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domingo, 21 de junho de 2015

21/06 -- Dia da Mídia

21/06 -- Dia da Mídia

21 de Junho
Mídia, no Brasil, designa quase tudo o que diz respeito à comunicação.
Por isso mesmo, é algo de extrema importância para a sociedade atual, cada vez mais atrelada à mídia para se comunicar.
O mundo passa pela tela da televisão, pelas ondas do rádio, pela rede mundial ou pelo papel-jornal.
O que não existe neles, não existe para a maior parte da sociedade.
Dia da Mídia
A palavra vem do latim "medius", que quer dizer "meio" ou "instrumento mediador".
Em inglês, a palavra foi usada pela primeira vez em 1923 para designar os "mass media", ou "meios de comunicação de massa".
No inglês, media (meios) é o plural de medium (meio).
Mas, no Brasil, a expressão mídia - com pronúncia herdada do inglês e não do latim - é usada indistintamente no singular e no plural.

SIGNIFICADOS DA MÍDIA

Conjunto dos meios de comunicação ou um meio de comunicação em particular, o departamento das agências de propaganda encarregado de avaliar os veículos de comunicação, datas, horários (no caso de rádio e TV), páginas (no caso de publicações impressas), espaços virtuais ou locais (publicidade de trânsito, outdoors etc.) mais indicados para a transmissão de mensagens publicitárias.
Fonte: UFGNet
Dia da Mídia

21 DE JUNHO

O papel da mídia é de fundamental importância na história da humanidade; por isso, deve ser baseado exclusivamente no bem-estar comum, nutrindo a solidariedade, apontando soluções quando possível, criticando quando necessário, mas sempre mantendo a ética profissional.
"Mídia" significa "informação"; significa que "o meio é a mensagem", como bem definiu na década de 1960 o teórico da comunicação canadense, Marshall McLuhan. Mídia é, pois, todo e qualquer meio que sirva de transporte para transmitir sinais de mensagens, começando pela voz, passando pelos aparelhos de comunicação e finalizando com a camiseta serigrafada.
Atualmente, em todo o mundo, a discussão sobre a ética na mídia tem gerado polêmica, pois muitas vezes os meios de comunicação rompem com essa ética em prol de interesses particulares, financeiros e/ou políticos. O papel da mídia como agente formador de opinião tem sido duramente criticado, diante do abuso da liberdade de expressão garantida aos profissionais e às empresas da área.
Nem sempre os profissionais da mídia agem com responsabilidade. Ao contrário, muitos apostam em campanhas de ódio e na disseminação de notícias dramáticas e sensacionalistas que alimentam a violência, visando a lucratividade máxima para as empresas de comunicação.
Esse tipo de atitude evidencia que, com algumas exceções, a mídia tem sacrificado a qualidade em nome do lucro imediato que as notícias negativas trazem.
Felizmente, existem as exceções, e muitos profissionais ligados à mídia divulgam informações positivas e construtivas que expandem os horizontes do receptor das mensagens. São esses profissionais que merecem respeito e admiração, pois deles também depende a paz mundial.
Por meio das Nações Unidas, de voluntários, de organizações não-governamentais (ONGs) e instituições envolvidas com a melhoria da qualidade dos meios de comunicação, criou-se um código de ética para a mídia:
1. É responsabilidade moral da mídia disseminar informações em cada aspecto da realidade em que nós vivemos.
2. A mídia deve disseminar a informação com respeito e consideração pelo público.
3. A informação deve ser organizada, distribuindo o "peso" dos diferentes setores, para respeitar o direito ao conhecimento de importantes grupos sociais.
4. A informação deve refletir a realidade com uma variedade de conteúdo e notícias que espelhem os componentes da real situação, à medida que seja definida.
5. A informação deve procurar, sempre que possível, as causas dos eventos que influenciam o comportamento dos seres humanos.
6. A mídia tem o privilégio e a tarefa de reportar os eventos relatados no contexto de sua relação com os princípios da responsabilidade e da busca pelo bem comum.
7. É privilégio, tarefa e responsabilidade da mídia fazer o seu melhor para enfatizar as conexões entre os eventos mundiais mais significativos.
Fonte: www.paulinas.org.br

21/06 - - Dia da Música

21/06 - - Dia da Música

21 de Junho
O que é semiótica da música?
Quando se questiona qual é o significado da música pode-se encontrar diversas respostas, tais como: 'a música não tem significado', 'a música significa formas e sentimentos', 'a música significa as emoções', etc.
Cabe entender, primeiramente, o que se quer dizer com 'significado'; em segundo lugar, como a música manifesta idéias, formas, movimentos ou emoções; finalmente, como os ouvintes recebem e interpretam os sinais acústicos e seus significados.
A ciência que vai buscar respostas para essas perguntas é a semiótica da música.
Semiótica é a ciência que estuda as formas e os processos de significação.
Em linguagem técnica, a semiótica investiga toda e qualquer forma de semiose (a ação dos signos ou o processo de significação).
Por sua vez, a semiótica da música é a ciência que estuda o significado musical: das bases acústicas à composição, das obras à percepção; da estética à musicologia, etc.
Na verdade, questões de significação são tão antigas como a própria música. Músicos e filósofos de todas as épocas e culturas se preocuparam com essas questões.
Porém, só mais recentemente é que as investigações nessas áreas fizeram uso das teorias semióticas modernas.
Fonte: www.pucsp.br
Dia da Música

21 DE JUNHO

A palavra música vem do grego "mousikê", que significa a arte das musas. Por isto, incluía também a poesia e a dança. E o que todas elas têm em comum? O ritmo!
É quase impossível dizer quando a música surgiu ou como os homens passaram a utilizar instrumentos para deles extrair som, ritmo, melodias. Ao contrário de outras manifestações primitivas da arte, como as pinturas que ficavam gravadas nas cavernas, a música não podia ser registrada. Isto dificulta ainda mais a tentativa de delimitar o "nascimento" desta expressão.
Mas pode-se dizer que os homens pré-históricos ainda não dominavam técnicas artesanais suficientes para fabricar instrumentos musicais, embora já usassem as mãos e pés para marcar ritmo em celebrações de guerra e rituais. E é esse ritmo que interessa observar, porque a partir dele o homem vai começar a buscar outras manifestações: assobios, uivos, gritos que, dentro de uma medida de tempo, vão compor a música em seu estilo mais primitivo.

A ANTIGUIDADE E A MÚSICA

Dia da Música
Lira
Na antigüidade, a música não tem data. Parece presente entre todas as civilizações, quase sempre com caráter religioso. Predominava o recital de palavras - instrumentos musicais não eram muitos e nem muito utilizados, pois a prioridade da música era comunicar.
Entre os gregos, a melodia ainda era bastante simples, pois ainda não conheciam a harmonia (combinação simultânea de sons). Para acompanhar as músicas, usavam a lira - daí o termo 'lírico', usado também na poesia.
Depois, a lira deu lugar à cítara e ao aulos (um instrumento de sopro, ancestral do oboé).
Dia da Música
Oboé
Dia da Música
Aulos
Entre os povos de origem semita, principalmente aqueles localizados onde hoje é a Arábia, havia uma outra função para a música: acompanhar a dança. Os judeus também utilizavam a música, assim como os chineses, sendo que estes eram mais avançados em relação aos instrumentos musicais - já possuíam inclusive o conceito de orquestra.
Os chineses também já estavam passos à frente na percepção do que a música era capaz de suscitar em um grande número de pessoas. Por isto, usavam melodias em eventos civis e religiosos e com isto, por exemplo, empreendiam uma marca à personalidade dos grandes imperadores. Cada grande imperador tinha sua música própria. Alguma semelhança com os jingles de campanhas eleitorais? Ou com o inteligente uso da música pela Alemanha nazista?

DIVERSOS ESTILOS, DIVERSAS ÉPOCAS

Assim como as histórias eram transmitidas oralmente, as músicas também não possuíam forma escrita que as registrasse. Foi no século IX que a música ganhou uma primeira versão de escrita sistemática - a pauta, que é creditada ao monge Guido d'Arezzo, na Itália. Hoje, a pauta comum é a de cinco linhas, ou pentagrama, embora no canto gregoriano a pauta de quatro linhas permaneça, como homenagem ao monge.
A partir da invenção de Guido, a história da música foi dividida em diversos estilos, cada um com características próprias e inserido em um contexto particular.

MÚSICA MEDIEVAL

Dia da Música
É o estilo mais antigo que se conhece em matéria de música ocidental. Começou com o cantochão ou canto gregoriano, que é portanto o mais antigo de todos os estilos. Cantado nas igrejas, o cantochão consistia em uma única linha melódica, sem acompanhamento. Com o tempo, ganhou outras vozes, nascendo aí o estilo coral.
Nos séculos XII e XIII foi a vez das danças e canções tornarem-se populares, principalmente no sul da França. Enquanto as canções eram levadas pelos trovadores, as danças eram mais comuns em festas e feiras e contavam com mais músicos e cantores. Geralmente eram tocadas com dois instrumentos, que podiam ser a viela (prima distante do violino), vários tipos de flautas doces, o alaúde, o trompete reto medieval, triângulos e tambores, entre outros.

MÚSICA RENASCENTISTA

A época da Renascença foi caracterizada pelos valores racionais e pela busca do saber e da cultura. Isto repercutiu, naturalmente, no campo musical: as melodias já não eram tão voltadas a temas religiosos. Mesmo assim, as obras que mais marcaram a história continuaram sendo as religiosas, principalmente a música vocal (sem acompanhamento de instrumentos), com várias linhas melódicas de coral (polifonia coral).
Outra mudança importante diz respeito ao papel dos instrumentos musicais, que deixaram de ser mero acompanhamento para tomarem papel principal na obra de muitos compositores. Assim, foram compostas obras especialmente para instrumentos de teclados (órgão, clavicórdio e, principalmente, virginal).

MÚSICA BARROCA

O termo "barroco", que no começo era usado para definir um estilo arquitetônico, estendeu-se a outros campos da arte, como a literatura. Na música, foi inaugurado com o surgimento da primeira ópera, em 1607, e do oratório, terminando em 1750, ano da morte de Johann Sebastian Bach, um dos maiores representantes do barroco.
A ópera é como uma peça de teatro - a diferença é que é cantada. Quando as histórias giravam em torno de histórias bíblicas, a peça musical era então chamada de oratório, que antes eram representados e depois passaram a ser apenas cantados. Oratórios pequenos eram chamados de cantatas, uma variação bastante comum nas missas.
Foi no período da música barroca que as orquestras tomaram forma mais organizada: deixaram de ser um agrupamento desordenado e ocasional de músicos e foram se aperfeiçoando. Os instrumentos também mudavam e logo o violino tomou o lugar da viela e torno-se central na orquestra. Participação garantida também era a do cravo ou do órgão, que tinham presença contínua nas peças musicais.
Nesta época, destacaram-se os músicos: Vivaldi, Haendel e, como já dito, Bach.

MÚSICA CLÁSSICA

A música clássica é aquela composta entre 1750 e 1810, quando os músicos eram contratados para compor para a corte. Era um trabalho como qualquer outro; música não era vista como criação artística e sim como um produto para agradar à nobreza. Os músicos que concordavam com este ponto de vista, como fez Haydn, tinham seu trabalho garantido. Os que se rebelavam eram desprezados pela corte e muitas vezes morriam na miséria, como aconteceu a Mozart.
Enquanto a música barroca é mais complicada e cheia de detalhes, o estilo clássico é mais simples e leve. As orquestras passam a valorizar os instrumentos de sopro em detrimento do órgão e do cravo. Aliás, os instrumentos como um todo ganharam mais espaço. Um exemplo foi a criação da sonata, que é uma obra com vários movimentos, cada um com determinados instrumentos. Surgiu também a sinfonia - uma sonata para orquestra, com quatro movimentos: rápido, lento, minueto e muito rápido.
Um grande marco da música clássica é o surgimento do piano. Derivado do cravo, a diferença entre os dois está na maneira pela qual as cordas emitem o som. No cravo, são tangidas por bicos de penas e no pianoforte (que depois ganhou o nome de piano), são percutidas por pequenos martelos.
Além de Mozart e Haydn, também Beethoven destacou-se no período clássico. Porém, não parou por aí: ao contestar as obrigações dos músicos com a corte, inaugurou o pensamento romântico, que você vai conhecer a seguir.

MÚSICA ROMÂNTICA

A geração da música romântica estava preocupada em quebrar padrões. As obras procuravam expressar emoções intensas e exaltavam sentimentos; os temas mais comuns eram terras distantes e exóticas, amores platônicos, o luar, o mistério, o mágico. Foram retomadas as qualidades melódicas da canção, agora com o acompanhamento do piano.
Nesta época nasceram as óperas mais conhecidas da atualidade. Obras de Verdi, Wagner e até do brasileiro Carlos Gomes foram consagradas. Obras mais curtas, como as de Schubert, Mendelssohn, Chopin, Schumann, Liszt e Brahms, também fizeram muito sucesso.
As orquestras aumentaram e se diversificaram e, por conta disto, as sinfonias ficaram cada vez mais complexas - eram verdadeiros desafios ao desempenho do compositor. Quanto mais requintado, melhor. Daí a importância dos études (estudos para aprimoramento da técnica) e o sucesso que Lizst e Paganini fizeram, ao apresentarem-se em público, surpreendendo por sua rapidez e precisão.

MÚSICA DO SÉCULO XX

O século XX foi de inúmeras manifestações musicais. A variedade de estilos torna praticamente impossível listá-los todos, mas podemos destacar algo em comum na maioria deles: uma postura anti-romântica. Além disto, outras características observadas são: melodias curtas, busca de novas sonoridades, métricas inusitadas.

AS NOTAS MUSICAIS

As notas musicais você conhece, não? São dó, ré, mi, fá, sol, lá e si.
Você sabe de onde veio o sistema destas sete notas?
Tudo começou com o monge Guido D'Arezzo (sim, o mesmo que inventou a pauta!). Ele deliberou estas notas a partir de um hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista.
Eis o hino, no original em latim (repare nas iniciais grifadas):
Ut queant laxit
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes
Com o passar do tempo, o Ut foi mudando, mudando, até virar o Dó.
Existem outros sistemas, no entanto. As músicas cifradas substituem as notas por letras, começando pelo A, que é o lá, e daí em diante: B (si), C (dó), D (ré), E (mi), F (fá) e G (sol).
Fonte: www.ibge.gov.br

21/06 -- Dia do Início do Inverno

21/06 -- Dia do Início do Inverno

21 de junho
A palavra Inverno vem do latim: hibernu, tempus hibernus.
Esse tempo hibernal está associado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante o período de frio intenso.
Dia do Início do Inverno
É a estação que sucede o Outono e antecede a Primavera. Durante este período o principal sistema meteorológico é a frente fria.
Outro aspecto que se observa nesta estação são as constantes inversões térmicas que causam nevoeiros e neblinas.
Solstício vem do latim: solstitiu = Sol Parado.
É correspondente aos extremos máximos do deslocamento do Sol, o qual inverte o seu sentido de deslocamento, portanto o Sol precisa parar seu movimento para retornar.

O SOLSTÍCIO DE INVERNO

É quando predomina menor período de claridade do ano.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br
Dia do Início do Inverno

21 DE JUNHO

INVERNO E SAÚDE

Baixa temperatura, baixa umidade do ar e ventos frios provocam o aumento das moléstias respiratórias durante o Inverno e a Primavera. A causa principal é a ação de poeiras e de micro-insetos (ácaros) que se desenvolvem junto ao mofo e se acumulam nas roupas, cobertores, etc..., guardadas por longo tempo nos armários.
Dia do Início do Inverno
Algumas recomendações que podem atenuar o efeito são:
Manter arejados os ambientes internos. No Inverno, abrir as janelas entre 10 da manhã e 5 da tarde é uma boa medida.
O uso de aparelhos para purificação do ar também pode ser recomendado.
Evitar carpetes ou cortinas que acumulem poeiras.
Evitar roupas e cobertores de lã ou com pêlos. Agasalhos recomendados: malha, moleton, nylon ou couro.
Colocar as roupas típicas de inverno (blusas de lã, cobertores etc) no sol.
Recobrir colchões, travesseiros e almofadas com plásticos. A cama deve estar afastada da parede. Coloque livros e objetos em armários fechados. Limpe a casa com pano úmido (principalmente os cantos dos cômodos, beiradas e estrados de camas). Evite produtos de limpeza com cheiro ativo e dê preferência ao álcool.
Evitar permanecer em cômodos úmidos, fechados, lidar com papéis, roupas e objetos guardados por muito tempo.
Evitar animais de pêlo ou pena dentro de casa.
Não permitir que fumem em ambientes internos.
Sem restrição quanto ao consumo de sorvetes e chocolates.
Fonte: www.velhosamigos.com.br
Dia do Início do Inverno

21 DE JUNHO

Climas que ocorrem no Brasil
Climas Controlados por Massas de Ar Equatoriais e Tropicais
1- Equatorial Úmido (Convergência dos Alísios)
2- Tropical (Inverno seco e verão úmido)
3- Tropical Semi-Árido (Tendendo a seco pela irregularidade da ação das massas de ar)
4- Litorâneo Úmido (Influenciado pela Massa Tropical Marítima)
Climas Controlados por Massas de Ar Tropicais e Polares
5- Subtropical Úmido (Costas orientais e subtropicais, com predomínio da Massa Tropical Marítima)
Dia do Início do Inverno
O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.
Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas.
Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação e continentalidade.
De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber
Clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia;
Clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;
Clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; e
Clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;
Clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil.
Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações. Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.
Dia do Início do Inverno
Mapa Médias Anuais de Temperatura
De acordo com dados da FIBGE, temperaturas máximas absolutas, acima de 40oC, são observadas em terras baixas interioranas da Região Nordeste; nas depressões, vales e baixadas do Sudeste; no Pantanal e áreas rebaixadas do Centro-Oeste; e nas depressões centrais e no vale do rio Uruguai, na Região Sul. Já as temperaturas mínimas absolutas, com frequentes valores negativos, são observadas nos cumes serranos do sudeste e em grande parte da Região Sul, onde são acompanhadas de geadas e neve.
O quadro a seguir apresenta as temperaturas do ar, máximas e mínimas absolutas, das capitais estaduais brasileiras.
UF CAPITAIS MÁXIMA (oC) MÍNIMA (oC) 
ROPorto Velho (4) 34.815.0
ACRio Branco (4) 35.6-
AM.Manaus (5) 36.318.3
ROBoa Vista -
PABelém (5) 33.820.8
APMacapá (1) 34.021.2
TOPalmas -
MASão Luís (1) 32.820.6
PITeresina (1) 38.117.8
CEFortaleza (5) 33.321.3
RNNatal (5) 31.018.3
PBJoão Pessoa (5) 31.219.0
PERecife (5) 32.018.4
ALMaceió (1) 34.418.0
SEAracaju (3) 32.618.0
BASalvador (1) 32.819.6
MGBelo Horizonte (3) 32.310.0
ESVitória (1) 35.515.1
RJRio de Janeiro -
SPSão Paulo (5) 33.94.4
PRCuritiba (4) 31.6-0.7
SCFlorianópolis (3) 34.81.5
RSPorto Alegre (5) 37.2-0.2
MSCampo Grande (4) 35.34.1
MTCuiabá (5) 39.18.3
GOGoiânia (3) 36.28.9
DFBrasília (2) 31.67.0
Região Norte
A região Norte do Brasil compreende grande parte da denominada região Amazônica, representando a maior extensão de floresta quente e úmida do planeta. A região é cortada, de um extremo a outro, pelo Equador e caracteriza-se por baixas altitudes (0 a 200 m). São quatro os principais sistemas de circulação atmosférica que atuam na região, a saber: sistema de ventos de Nordeste (NE) a Leste (E) dos anticiclones subtropicais do Atlântico Sul e dos Açores, geralmente acompanhados de tempo estável; sistema de ventos de Oeste (O) da massa equatorial continental (mEc); sistema de ventos de Norte (N) da Convergência Intertropical (CIT); e sistema de ventos de Sul (S) do anticiclone Polar. Estes três últimos sistemas são responsáveis por instabilidade e chuvas na área.
Quanto ao regime térmico, o clima é quente, com temperaturas médias anuais variando entre 24o e 26ºC.
Com relação à pluviosidade não há uma homogeneidade espacial como acontece com a temperatura. Na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará e no setor ocidental da região, o total pluviométrico anual, em geral, excede a 3.000 mm. Na direção NO-SE, de Roraima a leste do Pará, tem-se o corredor menos chuvoso, com totais anuais da ordem de 1.500 a 1.700 mm.
O período chuvoso da região ocorre nos meses de verão - outono, a exceção de Roraima e da parte norte do Amazonas, onde o máximo pluviométrico se dá no inverno, por influência do regime do hemisfério Norte.
Região Nordeste
A caracterização climática da região Nordeste é um pouco complexa, sendo que os quatro sistemas de circulação que influenciam na mesma são denominados Sistemas de Correntes Perturbadas de Sul, Norte, Leste e Oeste.
O proveniente do Sul, representado pelas frentes polares que alcançam a região na primavera - verão nas áreas litorâneas até o sul da Bahia, traz chuvas frontais e pós-frontais, sendo que no inverno atingem até o litoral de Pernambuco, enquanto o sertão permanece sob ação da alta tropical.
O sistema de correntes perturbadas de Norte, representadas pela CIT, provoca chuvas do verão ao outono até Pernambuco, nas imediações do Raso da Catarina. Por outro lado, as correntes de Leste são mais frequentes no inverno e normalmente provocam chuvas abundantes no litoral, raramente alcançando as escarpas do Planalto da Borborema (800 m) e da Chapada Diamantina (1.200 m).
Por fim, o sistema de correntes de Oeste, trazidas pelas linhas de Instabilidade Tropical (IT), ocorrem desde o final da primavera até o início do outono, raramente alcançando os estados do Piauí e Maranhão.
Em relação ao regime térmico, suas temperaturas são elevadas, com médias anuais entre 20o e 28oC, tendo sido observado máximas em torno de 40oC no sul do Maranhão e Piauí. Os meses de inverno, principalmente junho e julho, apresentam mínimas entre 12o e 16oC no litoral, e inferiores nos planaltos, tendo sido verificado 1oC na Chapada da Diamantina após a passagem de uma frente polar.
A pluviosidade na região é complexa e fonte de preocupação, sendo que seus totais anuais variam de 2.000 mm até valores inferiores a 500 mm no Raso da Catarina, entre Bahia e Pernambuco, e na depressão de Patos na Paraíba. De forma geral, a precipitação média anual na região nordeste é inferior a 1.000 mm, sendo que em Cabaceiras, interior da Paraíba, foi registrado o menor índice pluviométrico anual já observado no Brasil, 278 mm/ano. Além disso, no sertão desta região, o período chuvoso é, normalmente, de apenas dois meses no ano, podendo, em alguns anos até não existir, ocasionando as denominadas secas regionais.
Região Sudeste
A posição latitudinal cortada pelo Trópico de Capricórnio, sua topografia bastante acidentada e a influência dos sistemas de circulação perturbada são fatores que conduzem à climatologia da região Sudeste ser bastante diversificada em relação à temperatura.
A temperatura média anual situa-se entre 20oC, no limite de São Paulo e Paraná, e 24oC, ao norte de Minas Gerais, enquanto nas áreas mais elevadas das serras do Espinhaço, Mantiqueira e do Mar, a média pode ser inferior a 18oC, devido ao efeito conjugado da latitude com a frequência das correntes polares.
No verão, principalmente no mês de janeiro, são comuns médias das máximas de 30oC a 32oC nos vales dos rios São Francisco e Jequitinhonha, na Zona da Mata de Minas Gerais, na baixada litorânea e a oeste do estado de São Paulo.
No inverno, a média das temperaturas mínimas varia de 6oC a 20oC, com mínimas absolutas de -4o a 8oC, sendo que as temperaturas mais baixas são registradas nas áreas mais elevadas. Vastas extensões de Minas Gerais e São Paulo registram ocorrências de geadas, após a passagem das frentes polares.
Com relação ao regime de chuvas, são duas as áreas com maiores precipitações: uma, acompanhando o litoral e a serra do Mar, onde as chuvas são trazidas pelas correntes de sul; e outra, do oeste de Minas Gerais ao Município do Rio de Janeiro, em que as chuvas são trazidas pelo sistema de Oeste. A altura anual da precipitação nestas áreas é superior a 1.500 mm. Na serra da Mantiqueira estes índices ultrapassam 1.750 mm, e no alto do Itatiaia, 2.340 mm.
Na serra do Mar, em São Paulo, chove em média mais de 3.600 mm. Próximo de Paranapiacaba e Itapanhaú, foi registrado o máximo de chuva do país (4.457,8 mm, em um ano). Nos vales dos rios Jequitinhonha e Doce são registrados os menores índices pluviométricos anuais, em torno de 900 mm.
O máximo pluviométrico da região Sudeste normalmente ocorre em janeiro e o mínimo em julho, enquanto o período seco, normalmente centralizado no inverno, possui uma duração desde seis meses, no caso do vale dos rios Jequitinhonha e São Francisco, até cerca de dois meses nas serras do Mar e da Mantiqueira.
Região Sul
A região Sul está localizada abaixo do Trópico de Capricórnio, em uma zona temperada, É influenciada pelo sistema de circulação perturbada de Sul, responsável pelas chuvas, principalmente no verão, e pelo sistema de circulação perturbada de Oeste, que acarreta chuvas e trovoadas, por vezes granizo, com ventos com rajadas de 60 a 90 km/h.
Quanto ao regime térmico, o inverno é frio e o verão é quente. A temperatura média anual situa-se entre 14o e 22oC, sendo que nos locais com altitudes acima de 1.100 m, cai para aproximadamente 10oC.
No verão, principalmente em janeiro, nos vales dos rios Paranapanema, Paraná, Ibicuí-Jacuí, a temperatura média é superior a 24oC, e do rio Uruguai ultrapassa a 26ºC. A média das máximas mantém-se em torno de 24o a 27oC nas superfícies mais elevadas do planalto e, nas áreas mais baixas, entre 30o e 32oC.
No inverno, principalmente em julho, a temperatura média se mantém relativamente baixa, oscilando entre 10o e 15oC, com exceção dos vales dos rios Paranapanema e Paraná, além do litoral do Paraná e Santa Catarina, onde as médias são de aproximadamente 15o a 18oC. A média das máximas também é baixa, em torno de 20o a 24oC, nos grandes vales e no litoral, e 16o a 20oC no planalto. A média das mínimas varia de 6o a 12oC, sendo comum o termômetro atingir temperaturas próximas de 0oC, ou mesmo alcançar índices negativos, acompanhados de geada e neve, quando da invasão das massas polares.
A pluviosidade média anual oscila entre 1.250 e 2.000 mm, exceto no litoral do Paraná e oeste de Santa Catarina, onde os valores são superiores a 2.000 mm, e no norte do Paraná e pequena área litorânea de Santa Catarina, com valores inferiores a 1.250 mm. O máximo pluviométrico acontece no inverno e o mínimo no verão em quase toda a região.
Região Centro-Oeste
Três sistemas de circulação interferem na região Centro-Oeste: sistema de correntes perturbadas de Oeste, representado por tempo instável no verão; sistema de correntes perturbadas de Norte, representado pela CIT, que provoca chuvas no verão, outono e inverno no norte da região; e sistema de correntes perturbadas de Sul, representado pelas frentes polares, invadindo a região no inverno com grande frequência, provocando chuvas de um a três dias de duração.
Nos extremos norte e sul da região, a temperatura média anual é de 22oC e nas chapadas varia de 20o a 22oC. Na primavera-verão, são comuns temperaturas elevadas, quando a média do mês mais quente varia de 24o a 26ºC. A média das máximas de setembro (mês mais quente) oscila entre 30o e 36oC.
O inverno é uma estação amena, embora ocorram com frequência temperaturas baixas, em razão da invasão polar, que provoca as friagens, muito comuns nesta época do ano. A temperatura média do mês mais frio oscila entre 15o e 24oC, e a média das mínimas, de 8o a 18oC, não sendo rara a ocorrência de mínimas absolutas negativas.
A caracterização da pluviosidade da região se deve quase que exclusivamente ao sistema de circulação atmosférica. A pluviosidade média anual varia de 2.000 a 3.000 mm ao norte de Mato Grosso a 1.250 mm no Pantanal mato-grossense.
Apesar dessa desigualdade, a região é bem provida de chuvas. Sua sazonalidade é tipicamente tropical, com máxima no verão e mínima no inverno. Mais de 70% do total de chuvas acumuladas durante o ano se precipitam de novembro a março. O inverno é excessivamente seco, pois as chuvas são muito raras.
Fonte: www.brcactaceae.org

21/06 -- Dia Mundial do Skate

21/06 -- Dia Mundial do Skate


Dia Mundial do Skate
Os primeiros skates eram um pedaço de madeira com patins ligados a ele. Isso se tornou popular e por volta de 1960, skates foram feitos em produção. À medida que mais skates foram feitos, mais as pessoas aderiam ao novo esporte. No entanto, era perigoso e as pessoas começaram a cair. Como resultado, os parques de skate começaram a fechar as portas. Com menos lugares para andar de skate, skatistas não tinham para onde ir.
Após 20 anos, o esporte começou a crescer. Skate é um esporte popular. Os jovens, por vezes, andam de skate na rua.

O SKATE

Um skate é um tipo de equipamento desportivo utilizado principalmente para atividades. Ele geralmente consiste em uma placa combinada com um revestimento de poliuretano usado para fazer lâminas mais suaves e mais fortes.
Um skate é propulsionado por empurrar com um pé enquanto o outro permanece na placa. Um skate pode também ser usado simplesmente de pé sobre a plataforma.
Recentemente, skates elétricos também apareceram. Estes já não exigem a propulsora do skate por meio dos pés, mas sim um motor elétrico impulsiona o conselho, alimentado por uma bateria elétrica.
Não há nenhum órgão que declara qualquer regulamentação sobre o que constitui um skate ou as partes de que é montado. Historicamente, o skate se conformou tanto às tendências contemporâneas e para a matriz em constante evolução de acrobacias realizadas pelos pilotos / usuários, que necessitam de uma certa funcionalidade do tabuleiro.
Longboards são um tipo de skate com uma maior distância entre eixos e rodas maiores, mais suaves.
Skates têm três eixos. O eixo da cauda, o eixo central e eixo curto.
Os dois principais tipos de skates são o longboard e shortboard. A forma da placa também é importante: o skate deve ser côncavo para executar truques difíceis.

Dia Mundial do Skate
Fonte: en.wikipedia.org
Dia Mundial do Skate
Todo ano dia 21 de junho e comemorado Mundialmente o “Go skate Day”, Dia do skate.
Data foi criada em 2004 pela IASC – Internationl Association of Skateboards Companies (fundada em 1994), e mais de 10 países (inclusive o Brasil) já aderiram as comemorações.
No Brasil o Dia do Skate é 03 de Agosto, oficialmente decretado, a data foi instituída pelo então vereador Paulista Alberto “Turco Louco” em 1995, desde então a data é comemorada como Dia do Skate.
Fonte: www.skatecuriosidade.com

21/06 -- Dia Nacional de Controle da Asma

21/06 -- Dia Nacional de Controle da Asma


Dia Nacional de Controle da Asma
Asma é uma doença comum crônica inflamatória das vias aéreas caracterizada por sintomas variáveis e recorrentes, obstrução reversível do fluxo aéreo e broncoespasmo. Os sintomas comuns incluem respiração ofegante, tosse, aperto no peito e falta de ar.
A asma é pensada para ser causada por uma combinação genética e fatores ambientais. O diagnóstico baseia-se normalmente no padrão de sintomas, a resposta à terapia com o tempo, e espirometria. Está clinicamente classificado de acordo com a frequência de sintomas, volume expiratório forçado e taxa de pico de fluxo expiratório. A asma pode também ser classificada como atópica (extrínsecos) ou não-atópica (intrínseco), onde atopia refere-se a uma predisposição para o desenvolvimento de tipo uma hipersensibilidade reações.
Tratamento de sintomas agudos normalmente com um inalado de curta ação agonista beta-2 (tais como salbutamol ) e orais corticosteróides. Em casos muito graves corticosteróides intravenosos, sulfato de magnésio e hospitalização talvez sejam necessários. Os sintomas podem ser evitados através de gatilhos evitando problemas, tais como alérgenos e irritantes, e pelo uso de corticosteróides inalados. Agonistas beta de longa ação (LABA) ou antagonistas dos leucotrienos podem ser usados, além de corticosteróides inalados, se os sintomas da asma permanecem incontrolados. A prevalência de asma tem aumentado significativamente desde a década de 1970. A partir de 2011, 235-300000000 pessoas foram afetadas no mundo, incluindo cerca de 250 mil mortes.
Dia Nacional de Controle da Asma
Medidores de vazão de pico são usados para medir o pico de fluxo expiratório taxa, importante tanto em monitoramento e diagnóstico de asma.

OS SINAIS E SINTOMAS

A asma é caracterizada por episódios recorrentes de falta de ar, aperto no peito e tosse. Escarro pode ser produzido a partir do pulmão através da tosse, mas muitas vezes é difícil de trazer. Os sintomas são geralmente pior à noite e no início da manhã ou em resposta ao exercício ou ao ar frio.

CONDIÇÕES ASSOCIADAS

Uma série de outras condições de saúde ocorrem mais frequentemente em pessoas com asma incluindo: gastro-esofágico,doença do refluxo (DRGE), rinossinusite , e apnéia obstrutiva do sono. Problemas psicológicos também são mais comuns , com transtornos de ansiedade ocorrem em entre 16 -52% e transtornos de humor em 14-41%. Ele, contudo, não se sabe se a asma causa problemas psicológicos, ou se os problemas psicológicos levar a asma.

CAUSAS

A asma é provocada por uma combinação de complexos e não completamente compreendido interações ambientais e genéticos. Estes fatores influenciam tanto a sua gravidade e da sua capacidade de resposta ao tratamento. Acredita-se que as taxas aumentadas de asma recentes são devidas a mudança epigenética (hereditárias outros fatores que não os relacionados com a sequência de DNA) e de um ambiente em mudança.

AMBIENTAL

Muitos fatores ambientais têm sido associados com o desenvolvimento de asma e exacerbação, incluindo: Alérgenos, poluição do ar, e outros produtos químicos ambientais. Fumar durante a gravidez e após o parto está associado a um maior risco de sintomas de asma. Baixa qualidade do ar, contra a poluição de tráfego ou elevados níveis de ozono, tem sido associado com o desenvolvimento da asma e tanto maior gravidade da asma. A exposição ao interior de compostos orgânicos voláteis podem ser um gatilho para asma; formaldeído de exposição, por exemplo, tem uma associação positiva. Além disso, os ftalatos em PVC são associados com a asma em crianças e adultos assim como os níveis elevados de endotoxina.
A asma é associada à exposição de alérgenos. Comuns alérgenos são: ácaros, baratas, pelos de animais e mofo. Certas infecções respiratórias virais podem aumentar o risco de desenvolver asma quando adquirido em crianças pequenas, tais como: O vírus respiratório sincicial e rinovírus. Certas outras infecções no entanto podem reduzir o risco.
Fonte: en.wikipedia.org
Dia Nacional de Controle da Asma
No dia 21 de junho, Dia Nacional de Combate à Asma, os médicos da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) reforçam a divulgação das estatísticas da doença. De acordo com os especialistas a asma é uma doença que afeta cerca de 10% a 25% da população brasileira, sendo responsável, anualmente, por 400 mil internações hospitalares (DATASUS 2001), 2.500 óbitos e um número incontável de atendimentos ambulatoriais, principalmente, em salas de urgência e de faltas ao trabalho e à escola.

O QUE É A ASMA?

A asma é uma doença de origem genética que se acompanha de uma inflamação dos brônquios. Caracterizadas pelos sintomas de tosse, sensação de aperto no peito, respiração curta e chiado no peito.
De acordo com os especialistas, é importante que a asma seja reconhecida como uma doença alérgica e diagnostica precocemente para que seja controlada. Eles explicam que, na maior parte dos casos, a doença é diagnostica na faixa dos seis anos de idade ou então na adolescência e na fase adulta.Poucos são os casos diagnosticados antes dos dois anos de idade, fase em que 80% já apresentam a primeira crise.

TRATAMENTO

Existem vários tipos de remédios para tratar a asma, mas pode-se dividir em dois grupos: Remédios aliviadores - para aliviar sintomas e tratar as crises da doença e Remédios controladores - que atuam na inflamação dos brônquios, controlam a doença e evitam novas crises. O tratamento pode ser feito com a utilização de medicações por via inalada sob a forma de sprays (conhecidas como "bombinhas"), nebulização ou como inaladores de pó seco.
"Um grande avanço no tratamento da asma foi a descoberta dos corticóides inalados (conhecidos como "bombinhas de cortisona"). Estes remédios não engordam, não viciam e não fazem mal ao coração. Pelo contrário, podem ser usados em adultos e crianças, por tempo prolongado para controlar a inflamação dos brônquios e evitar as crises de asma", afirma Dr. João Negreiros Tebyriçá, presidente da ASBAI.
Outra maneira importante de prevenir é ressaltar que a higiene ambiental deve ser feita com rigor na casa dos pacientes que sofrem da doença.

CUSTOS

A asma é a quarta maior causa de hospitalização, o que equivale ao terceiro maior gasto do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma doença específica, a um custo de aproximadamente R$ 111 milhões.
Os custos da asma podem ser divididos em três tipos: os custos diretos (aqueles que podem ser calculados, como médicos, serviços de ambulância, cuidados domésticos, medicamentos e hospitalizações), os indiretos (relacionados a faltas ao trabalho, direitos previdenciários, faltas escolares, redução de produtividade) e os incalculáveis (o sofrimento humano, do paciente e da família).
De acordo com a ASBAI, a maneira mais eficaz de reduzir os custos da asma é controlar a doença, por meio de diagnóstico e tratamento adequados. Para evitar crises e internações, é fundamental buscar orientação médica e seguir o tratamento prescrito.

SOBRE A ASBAI

A Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia existe desde 1946. É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cujo objetivo é promover o estudo, a discussão e a divulgação de questões relacionadas à Alergologia e à Imunologia Clínica, além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com convênio celebrado com a Associação Médica Brasileira. Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 21 estados brasileiros.
Fonte: www.sbai.org.br