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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Renault apresenta Fluence GT Line linha 2016


Fotos | Divulgação e Rafael Susae

Quando passou por sua reestilização no Brasil, apresentada no Salão de São Paulo em 2014, o Renault Fluence já surgia em sua versão "esportiva" GT Line, mas só agora passa a ser efetivamente comercializada. As aspas não foram inseridas por acaso: ao contrário do saudoso GT (que na Argentina, evoluiu para GT2), não há motor turbinado ou câmbio manual. O conjunto mecânico é o mesmo da versão Dynamique, na qual o GT Line se baseia: motor 2.0 16v Hi-Flex de 140/143 cavalos a 6000 rpm e câmbio CVT, de relações continuamente variáveis.


O Fluence GT Line se diferencia externamente pelas rodas aro 17'' "Akhiro", aerofólio discreto na tampa do porta-malas, para-choques com estilo mais aerodinâmico e pela ausência de sensor de estacionamento traseiro (substituído pela câmera de ré) e dos faróis de neblina.




A versão GT Line traz a mais em relação ao Dynamique Plus itens como: teto solar com recurso anti-esmagamento, bancos de couro (natural e sintético) com costuras vermelhas, sistema de som com 4 alto-falantes e quatro tweeters, pedaleiras esportivas e descansa-braço traseiro com 2 porta-copos. De resto, manteve itens como ar-condicionado digital dual-zone e saídas traseiras, 4 airbags, sistema multimídia R-Link com tela sensível ao toque de 7 polegadas, GPS e comandos de voz; quadro de instrumentos digital, freios ABS com EBD e AFU (auxiliar em frenagens de emergência), fixação de cadeirinhas infantis ISOFIX, chave-cartão, lanternas de LED, regulador e limitador de velocidade, além de retrovisores, travas e vidros anti-esmagamento elétricos.


Em relação ao Privilège, o GT Line perdeu controles de estabilidade e tração, lavadores de faróis de xenônio com regulagem de altura, sensores de estacionamento (dianteiro e traseiro), rebatimento elétrico dos retrovisores e airbags de cortina.


Disponível em três opções de cores (Preto Nacré e Vermelho Fogo, metálicas por R$ 1600 adicionais, além da sólida Branco Glacier, sem custo adicional), o Fluence GT Line custa R$ 79 990, ao passo que o Dynamique Plus é vendido por R$ 75 000. Com a pintura metálica, o modelo esportivo de imagem chega bem próximo ao preço do Fluence Privilège, que custa R$ 81 940.

http://autorealidade.blogspot.com.br/

Toyota apresenta Land Cruiser 200 reestilizado


Assim como no Brasil houve uma época em que, se uma pessoa falasse "Mitsubishi Pajero", já vinham à cabeça quatro tipos bem diferentes de utilitário - TR4, Sport, Dakar e Full - ao citar o Toyota Land Cruiser, é preciso especificar se é o modelo 70 (o mais rústico, que segue a proposta do Toyota Bandeirante e é produzido desde 1984), o 200 (lançado em 2008, é meio-irmão do Lexus LX570) ou o Prado (que chegou a ser comercializado no Brasil, porém, com a nova geração baseada no Lexus GX 460, deixou de ser importado). Quem passa por atualizações agora é o Land Cruiser 200, que chega à Austrália e outros mercados a partir da segunda quinzena de outubro, logo após a chegada das novas gerações da Hilux e da Fortuner (SW4).

Externamente, o Land Cruiser 200 teve faróis e grade redesenhados (que se "fundem", como nos lançamentos recentes da Toyota), novas rodas e cores (Copper Brown e Onyx Blue), além de para-choques e capô com estilo mais esportivo.



O interior ganha superfícies macias ao toque, novos comandos (mais intuitivos) do ar-condicionado e do sistema multimídia (agora com 9 polegadas, uma a mais que anteriormente), painel "Optitron" com tela colorida de 4,2 polegadas do computador de bordo, nova tomada de 12 Volts dentro do apoio central (na versão completa, há um carregador de celulares wireless) e novos sistemas de segurança: Pre-Collision Safety System (alerta sobre colisão iminente, acionando os freios sem intervenção do motorista), Lane Departura Warning (avisa em caso de mudanças de faixa não-sinalizadas), Dynamic Radar Cruise Control ("piloto automático" que mantém a distância do veículo à frente, freando ou acelerando caso necessário) e assistente de faróis altos, que muda automaticamente para a luz baixa quando veículos em sentido contrário são detectados.


Disponível nas versões GX (apenas a diesel, com 5 lugares), GXL, VX e Sahara (estas duas últimas com 7 lugares nas opções a diesel e 8 bancos nos modelos a gasolina), o Land Cruiser 200 recebeu em seu motor 4.5 Twin-Turbo recebeu novos injetores, mapeamento modificado e filtro de partículas (DPF), ganhando sete cavalos (totalizando 272 cv), mantendo o torque de 66,3 kgfm e alcançando a média de consumo de 10,5 km/l.

Já o motor 4.6 V8 a gasolina traz mudanças para reduzir emissões e facilitar a partida em dias frios, rendendo 309 cavalos e 44,8 kgfm.
http://autorealidade.blogspot.com.br/search?updated-max=2015-08-19T09:56:00-03:00&max-results=11

Land Rover apresenta séries Style e Dynamic Black do Evoque


Algumas montadoras perceberam que, em tempos de crise no setor automotivo, uma solução atraente para os consumidores é lançar séries especiais com diferenciais vantajosos. A Land Rover, que já havia disponibilizado no Brasil o Defender RAW e o Evoque London, agora aposta em mais duas séries do Range Rover Evoque. 

O modelo Style, baseado no Pure Tech de entrada, traz o motor 2.0 Si4 Turbo de 240 cavalos movido a gasolina, diferenciando-se pela pintura em dois tons, com teto e grade superior na cor preta. Esta versão é vendida por R$ 165 000 e traz sistema multimídia com tela sensível ao toque de 8 polegadas, detalhes em alumínio escovado acetinado, bancos em couro granulado, ajustes elétricos para o banco do motorista, sistema de som Meridian com 11 alto-falantes e subwoofer (com potência total de 380 Watts) e faróis de xenônio com iluminação de posição em LEDs.


Já o Evoque Dynamic Black, caracterizado pela grade, base do para-choque, rodas, retrovisores e teto na cor preta-brilhante, conta com pacote mais completo de equipamentos, incluindo soleiras metálicas cromadas iluminadas, bancos em couro Oxford com 8 tipos de ajustes elétricos, tapetes exclusivos e faróis com iluminação adaptativa. Seu preço é de R$ 225 500, e o motor é o mesmo 2.0 turbinado a gasolina.

As outras unidades do Evoque em estoque (modelos 2014 e 2015) com o motor 2.0 a gasolina também estão sendo ofertadas em financiamento com 50% de entrada e restante parcelado em 24 vezes, com taxa zero de juros.
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Queijo branco engorda? Fique atento ao exagero no consumo

Alimento comum em dietas, o queijo branco engorda quando não há atenção ao produto e à quantidade consumida. Ele tem menos gordura do que os derivados do leite amarelados, como parmesão, lanche ou muçarela. Mas saiba que mesmo a versão menos gordurosa não é assim tão benéfica para a saúde e a perda de peso.

Uma dieta balanceada deve conter carboidratos, gorduras boas, fibras, vitaminas e proteínas. A última pode ser encontrada em quantidade significativa nos queijos, carnes e algumas leguminosas.

Por possuir alto teor de sódio, o queijo branco deve ser consumido com moderação. 


Foto: iStock, Getty Images

Como todos esses nutrientes precisam estar presentes em todas as principais refeições (café da manhã, almoço e janta), os laticínios e ovos são as fontes mais recomendadas de proteínas na primeira alimentação do dia. Mas quem quer emagrecer precisa saber que mesmo o queijo branco engorda.


A verdade: queijo branco engordaQueijo branco é um termo usado para laticínios como ricota, queijo cottage ou minas frescal. Os dois primeiros tem baixo teor calórico, o que não acontece com o último. Algumas marcas vendidas no supermercado indicam uma quantidade de calorias nesse último, ainda maior do que a presente no parmesão.

O queijo branco tipo minas frescal também levanta outro alerta. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que, mesmo variando muito entre marcas, o alto teor de sódio contido nesse produto o torna inadequado para o consumo diário.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de sódio, por dia, deve ficar abaixo de 2g. Isso é o equivalente a uma colher de chá rasa de sal de cozinha, ou 5g. Portanto, antes de fazer substituições para o queijo branco, observe a tabela nutricional do produto.

O consumo excessivo de sódio é prejudicial para a saúde. Um dos principais efeitos é a retenção de líquidos, que faz qualquer pessoa aumentar de peso e parecer inchada. Sendo assim, esse ingrediente não é amigo de quem quer emagrecer. Com teor alto de sódio, mesmo o consumo baixo de queijo branco engorda.

Mesmo quando permitido na dieta e dentro dos valores nutricionais recomendados de sódio e outros ingredientes, o consumo do queijo branco não é liberado. Luis Felipe Chaves Prates, nutricionista, informa que o excesso desse alimento prejudica o funcionamento dos rins e do fígado.

Conforme o nutricionista, em alguns casos, o queijo branco engorda e ainda pode causar irritabilidade intestinal e no aparelho digestório. Alérgicos a lactose ou outros ingredientes presentes em derivados do leite não devem consumir esse produto.


Queijo branco engorda: como evitarAgora que você já sabe que o queijo branco engorda se consumido em excesso, a primeira recomendação é prestar atenção no valor calórico e na tabela nutricional do queijo escolhido. Atente também ao prazo de validade: a maioria desses produtos precisa ser consumida em até cinco dias depois de abertos.

A recomendação de Luis Felipe para manter uma dieta equilibrada é a ingestão de duas fatias de queijo branco ao dia, equivalente a 30g. “Uma no desjejum e outra no lanche da tarde”, indica o especialista.

O queijo branco ainda possui uma outra vantagem sobre os laticínios amarelos, além dos teores calórico e de gordura reduzidos. O nutricionista ensina que esse produto tem alto valor proteico além de grande quantidade de vitaminas e cálcio.


DOUTÍSSIMA / TERRA

Honda revela Accord 2016 nos Estados Unidos


Lançado em meados de 2013 no Brasil, o Honda Accord passa por modificações para a linha 2016 em suas carrocerias Sedan e Coupé, nos EUA. Externamente, foram alterados os faróis e lanternas, grade superior, para-choques, e rodas de aro até 19''. Para desconstruir a ideia de sedã executivo, o Accord ganha ousadia na versão Sport, e o novo modelo topo-de-linha Touring (também disponível para o cupê) incorpora estilo mais aerodinâmico - na mesma toada, aliás, do arqui-inimigo Toyota Camry.




Internamente, as mudanças foram mais discretas: os modelos LX, Coupé LX-S e Sport trazem detalhes plásticos na cor preto-brilhante, e as cores dos revestimentos também são novas; agora, todas as versões trazem o Honda Sensing como opcional, pacote de itens de segurança composto pelo controlador de velocidade adaptativo, Collision Mitigation Braking System (que pode ajudar a evitar colisões à frente) e Road Departure Mitigation (com alerta em mudanças de faixa sem uso da seta).


A central multimídia sensível ao toque de 7 polegadas no centro do painel, a partir do modelo EX, incorpora a compatibilidade com o Apple CarPlay e o Android Auto, oferecendo steaming de áudio, espelhamento do GPS aberto em smartphones e leitura em voz alta de mensagens de texto, enquanto a tela do i-Mid (logo acima, de 7,7 polegadas) exibe as configurações de áudio, instruções dos caminhos a seguir no GPS, mostra chamadas telefônicas, alertas do sensor de estacionamento e imagens da câmera de ré.


Tanto o Accord Sedan quanto o Coupé podem ser equipados com o motor 2.4 VTEC de quatro cilindros com injeção direta de combustível que ganhou em economia de combustível (na estrada, faz 15,7 km/l, cerca de 0,4 km/l a mais que antes) e pode ser combinado a dois tipos de câmbio (manual de 6 marchas ou CVT), além do 3.5 V6 VTEC, que acompanha a transmissão automática de 6 marchas.


A despeito das mudanças, o Accord manteve seu preço: nos Estados Unidos, a versão de entrada com câmbio manual de seis marchas custa US$ 22 105, ou US$ 22 905 incluindo o câmbio CVT. Equipado com o pacote Honda Sensing, o preço é elevado em mil dólares; há ainda as versões EX (US$ 25 480), EX-L (US$ 28 570, unicamente com câmbio CVT) e o Touring das imagens (US$ 34 580).


De visual nervoso, o Accord Sport é a opção entre o LX e o EX, podendo ser equipado com o câmbio manual de seis velocidades (US$ 24 165), continuamente variável (US$ 24 965) e também com o Honda Sensing (US$ 25 965). Internamente, o modelo traz texturas plásticas que imitam fibra de carbono.



O Accord Coupé renovado, que traz faróis, grade e para-choque dianteiro com personalidade própria, começa a ser vendido no dia 26 deste mês, custando US$ 23 775 na versão básica manual (LX-S) e chegando a até US$ 34 125 como o modelo Touring das imagens.

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Jaguar XE chega ao Brasil em 4 versões, partindo de R$ 169 900


Apresentado mundialmente no Salão de Paris de 2014 e revelado aos brasileiros no Salão de São Paulo semanas depois, o Jaguar XE passa a ser comercializado em quatro versões Pure, Pure Tech, R-Sport e S. Trata-se do sucessor espiritual do X-Type (embora pouco tenha a ver com o irmão caçula do S-Type, com plataforma e mecânica herdados do Ford Mondeo), que vem para acirrar a disputa entre as versões intermediárias de Audi A4, Mercedes-Benz Classe C e BMW Série 3.



Sua carroceria aerodinâmica (Cx de 0,26) traz estrutura com mais de 75% de alumínio, e as linhas lembram o novo Jaguar XF, como pode ser observado ao ver o capô com vincos esculpidos, assim como o formato dos faróis e grade frontal, o para-brisa inclinado e a linha de cintura ascendente. Os LEDs de uso diurno têm formato de J, e as linhas horizontais das lanternas (também em LED) se assemelham ao F-Type.



Desde a versão de entrada 2.0 Si4 Pure (R$ 169 900), o XE traz bancos revestidos em couro Luxtec, volante multifuncional em couro granulado, acabamento em preto-brilhante, sistema Stop/Start, câmbio automático de 8 marchas, monitoramento da pressão nos pneus, faróis de xenônio com luzes diurnas de LED, All-Surface Progress Control (entre 3,6 e 30 km/h, mantém a velocidade constante entre as rodas traseiras em situações de baixa aderência), Jaguar Drive (seletor de modos de condução: Eco, Normal, Inverno e Dinâmico), GPS, sistema de som com 6 alto-falantes e sensor de estacionamento traseiro.




O XE 2.0 Pure Tech, que custa R$ 177 000, acrescenta equipamentos como teto solar elétrico, câmera de ré e limpadores de para-brisa com acionamento automático.



Na versão R-Sport (R$ 199 900), o visual é mais atraente (com spoilers laterais, para-choques mais esportivos e aerofólio na tampa traseira), mas o motor é o mesmo 2.0 Turbo das outras versões. O XE R-Sport também traz bancos esportivos revestidos em couro, emblemas no volante e nas soleiras das portas, suspensão recalibrada, faróis de xenônio adaptativos (com assistente de farol alto), memória de posição para os assentos do motorista e do passageiro, sistema de som Meridian com 11 alto-falantes, coluna de direção ajustável eletricamente e rodas aro 18'' na cor preta, com opção da cor prata.



O motor 2.0 Si4 Turbo, que rende 240 cavalos e 34,7 kgfm de torque, aliado ao câmbio ZF de 8 marchas com trocas sequenciais no volante, leva o XE de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos e à 250 km/h de velocidade máxima.



Em um patamar superior, o XE S (R$ 299 000) possui motor 3.0 V6 Supercharged com 340 cavalos e 45,9 kgfm de torque, que também equipa o F-Type (o de entrada, diga-se). O tempo de aceleração de 0 a 100 km/h é de 5,1 segundos. Além do câmbio ZF de oito marchas, o modelo S traz Adaptive Dynamics (amortecedores ativos e configuráveis). Externamente, se distingue pelos para-choques esportivos, com entradas de ar maiores, além do aerofólio traseiro, detalhes em preto brilhante, pinças de freio na cor vermelha e rodas em liga leve aro 19''.


Os bancos possuem apoios mais largos e revestimento em couro Taurus e Alcântara (como opcional, ser podendo inteiramente em couro). Nesta versão há detalhes em fibra de carbono e Black Piano, soleiras das portas com a inscrição S, pedais em alumínio, forro de teto na cor preta, Head-Up display com projeção via laser de imagens coloridas, Keyless Entry (abertura por aproximação da chave presencial), sensor de estacionamento em 360 graus, monitor de pontos cegos com sensor de aproximação de veículos e detecção de tráfego em manobras de marcha-a-ré.


O XE é o primeiro Jaguar a ser equipado com direção elétrica (EPAS), antes desprezada pelos engenheiros da montadora, agora adotada para entregar respostas ágeis ao guiar. Internamente, os bancos dianteiros são posicionados o mais próximo possível do solo a fim de baixar o centro de gravidade (nas versões R-Sport e S, trazem ajustes elétricos). A distância entre-eixos é de 2,83 metros, permitindo acomodar com conforto cinco pessoas. O ambiente traz o "Riva Hoop", um arco que sai da porta do motorista, passa pelo painel e termina na porta do passageiro. As saídas de ar-condicionado assimétricas se integram aos painéis de porta, e assim como no XF e no Evoque, há o Rotary Shift, seletor de câmbio giratório.


Único sedan do segmento com intenso uso de alumínio em seu monobloco (3/4 de sua estrutura), além da aplicação de magnésio e das ligas de metais de alta resistência, o XE inaugura a nova arquitetura modular da Jaguar, que será utilizada por modelos futuros. Para assegurar bons resultados em testes de impacto, foram adotadas ligas de alumínio AC300 e AC600 nas colunas dianteiras e nas estruturas dianteiras e traseiras, enquanto os pilares B são em alumínio reforçado com aço resistente. Para se adequar à proteção para pedestres em caso de atropelamento, o capô de alumínio traz dobradiças destacáveis, criando mais espaço entre as estruturas e absorvendo melhor os impactos.


O Jaguar XE é o primeiro carro a utilizar uma liga de alumínio reciclado (RC 5754). Além disso, o modelo abandona os pontos de solda em prol de uma combinação de rebites auto-perfurantes e adesivos estruturais, garantindo maior rigidez torcional e compatibilidade com materiais diferentes.

A tração é traseira, a suspensão dianteira é do tipo Double Wishbone (similar à do F-Type), e a traseira, Integral Link. A Jaguar cogitou utilizar suspensões Multilink convencionais, logo abandonadas em prol da dirigibilidade do XE.

O Jaguar utiliza pinças de freio de baixo peso e discos ventilados na dianteira (325 ou 350 mm dependendo da versão), e na traseira, 325 mm. Na frente, o resfriamento é feito por dutos instalados entre a suspensão, que canalizam o ar até os freios.

O XE também traz a Vetorização de Torque, que reduz a possibilidade de o carro sair de frente nas curvas, freando de forma controlada e individual as rodas de dentro, trazendo a dianteira de volta para o trajeto.

Outra novidade é o sistema multimídia InControl, com tela touchscreen de oito polegadas, interface intuitiva, comandos de voz e, na versão S, o sistema de som Meridian, com 11 alto-falantes, incluindo subwoofer, desenvolvidos especificamente para o XE - gerando um total de 380 Watts de potência.



Produzido em Solihull (Reino Unido) e resultado de um investimento de £ 1,5 bilhão da Jaguar Land Rover, em breve o XE estará disponível nas 33 concessionárias pelo Brasil.



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