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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Microsoft lança novo pacote Office 2016

A Microsoft anunciou nesta terça-feira o lançamento da nova versão do seu tradicional conjunto de aplicativos de produtividade, o pacote Office 2016, disponível para Windows e Mac. Os assinantes do Office 365 estão isentos da compra do produto e já podem fazer a atualização; os demais usuários poderão experimentar o Office 2016 por tempo limitado ou adquiri-lo por 347 reais, no site da Microsoft.


A principal novidade é o recurso de edição simultânea online em aplicações como Word e Power Point, o que significa modificar um mesmo arquivo junto com outras pessoas, em diferentes computadores, e acompanhar em tempo real as alterações feitas no documento. Há também a opção de incorporar o Skype à tela de edição do arquivo, permitindo conferência de vídeo com os colegas de trabalho. Apesar de ser uma novidade para a Microsoft, esse serviço já existe com o Google Docs, lançado em 2007.


Fonte: Veja

Desse álcool vale abusar! Ele ajuda a aliviar dores, afastar pragas e até a alargar sapatos novos

1- Adeus, tinta
A caneta vazou no bolso da camisa? Deixe a região do tecido manchado de molho em álcool por alguns minutos, lave a camisa e pronto! Se a mancha for na pele, passe algodão embebido em álcool.


2- Bolsa de gelo
Aplicar gelo após uma pancada evita hematomas e inchaços. Encha um saco plástico com uma parte de álcool para três de água e congele. A bolsa se adapta ao corpo, pois a mistura não fica rígida.


3- No conforto
Se o seu sapato de couro novo machuca o seu pé, calce-o e, por dentro, na região mais apertada, ponha um pedaço de algodão embebido em álcool. Ande um pouco e observe: vai melhorar. Se o seu sapato de couro


4- Copos limpos
O própolis é um excelente remédio natural para aliviar os sintomas da gripe, mas deixa qualquer copo manchado, por mais que o esfregue. Passe um algodão molhado com álcool e tchau mancha!


5- Vá de desinfetante
A mão solta gordura e suor e deixa maçanetas, torneiras e puxadores opacos. O álcool limpa e desinfeta essas peças, além de restaurar o brilho. Use puro, com um pano de algodão. Faça o mesmo com o bocal do telefone.


6- Tapete limpo
Cubra a mancha do tapete com talco, deixe por algumas horas e limpe com aspirador de pó. Para tirar o borrão branco, misture uma parte de sal em quatro de álcool e esfregue até sumir.


7- Nada de mosca
Para afastar insetos, misture 500 ml de álcool e 1/2 xícara (chá) de cravo-da-índia. Tampe e deixe por 48 horas. Coe e borrife nas superfícies de fórmica, granito e inox. O cheiro é bom para nós, mas os bichos detestam!


8- Contra a dor
Em um vidro, coloque 1 litro de álcool e um caroço de abacate seco ralado. Feche e deixe por três dias. Passe três vezes por dia na região dolorida. O caroço contém substâncias analgésicas e anti-inflamatórias ampliadas pelo álcool.


9- Jardim sem pragas
Pulgões ou insetos? Bata no liquidificador 200 g de folhas de neem com 100 ml de álcool. Deixe agir por 12 horas. Coe e misture a 2 litros de água. Mergulhe um pincel na mistura e passe nas plantas. Depois, pulverize-as toda semana até os bichos sumirem.


10- Bebida gelada
Para resfriar as bebidas, coloque as garrafas em um balde e adicione um saco de gelo, 1 litro de álcool e 1/4 do saco de 1 kg de sal. Misture e aguarde três minutos. Deixe o balde longe da churrasqueira, isqueiros, fósforos e brasas de carvão.


Fonte: Viva Mais!

Comissão aprova definição de família como união entre homem e mulher

Após quase cinco horas de discussão, a comissão especial do Estatuto da Família (PL 6583-13) aprovou o projeto, ressalvados 4 destaques, conforme o relatório do deputado Diego Garcia (PHS-PR), que define a família como a união entre um homem e uma mulher. O texto foi aprovado com 17 votos favoráveis e cinco contrários.


Cinco deputados do PT, PCdoB, PTN e PSol se revezaram na apresentação de requerimentos para adiamento de discussão e de votação da matéria, por serem contrários ao projeto, mas foram vencidos. Eles ainda esperavam o adiamento da reunião diante do início da Ordem do Dia em Plenário, mas o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não abriu o momento em que acontece as votações, pois começou a responder a uma questão de ordem sobre impeachment presidencial.


O deputado Bacelar (PTN-BA) alertou que a Constituição não tem qualquer vedação a classificar uniões homoafetivas como família. “Na sociedade, temos inúmeros arranjos de união que levam ao conceito de família. O que será de milhares de crianças e adolescentes brasileiros que não terão seus direitos assegurados?”, questionou.


Bacelar destacou ainda trecho do relatório que afirma que o afeto não pode ser considerado elemento construtivo de uma relação ou para constituição de família. “O afeto está na base da relação humana. É fundamental na construção de uma sociedade.”


A deputada Erika Kokay (PT-DF), também contrária ao projeto, argumentou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu favoravelmente à união homoafetiva, e que o projeto vai negar a esse tipo de união o direito a uma especial proteção do Estado.


Já os deputados favoráveis ao texto procuraram apenas declarar seus votos de apoio para não atrasar mais a deliberação. Estão sendo votados agora quatro destaques para o encerramento da sessão.


Comemorando o resultado, o deputado Diego Garcia disse que o relatório cumpre uma tarefa prevista na Constituição de 1988 e negou qualquer iniciativa homofóbica no texto. “O relatório trata da família-base da sociedade, da família que está esperando desde a promulgação da Constituição uma lei infraconstitucional que a proteja e que traga os principios constitucionais dentro de uma lei ordinária.”.


Segundo Garcia, os parlamentares que o acusaram de homofobia não leram sequer o voto. No parecer, o relator mencionou a necessidade de criação de um artigo no Código Civil para contemplar direitos de todos os tipos de união que não estejam enquadradas no conceito definido pela Constituição Federal.


“Acusar, qualquer pessoa pode. Agora, basta que elas façam a leitura do texto. Não se ativeram nem mesmo a ler o parecer. Em nenhum momento, trago ataque contra homossexuais. Como parlamentar, serei sempre o primeiro a defender os homossexuais e a lutar contra a homofobia”, acrescentou.


Fonte: Último Segundo (Com Agência Câmara e Agência Brasil)

Mito ou Verdade? O que realmente prejudica ou ajuda a sua conexão Wi-Fi

Há uma série de bordões sobre práticas que ajudam ou atrapalham o Wi-Fi. Diagnosticar a causa dos problemas de conexão e seguir dicas para melhorar o sinal são dois passos importantes, mas é preciso saber também o que não adotar. Confira abaixo os principais mitos e verdades sobre o Wi-Fi.


1. Colocar senha no roteador melhora o sinal de Wi-Fi
Falso. Ao colocar a senha, você aumentará a segurança dos seus dados e evitará que roubem banda usando sua conexão, mas isso não aumentará a potência do sinal Wi-Fi.


2. O microondas derruba o sinal de Wi-Fi
Mito. Ele interfere no Wi-Fi porque também opera na frequência 2,4 Ghz, usada na maior parte dos roteadores, o que pode ocasionar perda de sinal. No entanto, o microondas por si só não tem poder de ‘derrubar’ o Wi-Fi.


3. Frequência de 5,0 Ghz dá maior alcance ao sinal
Errado. Muita gente pensa que, por ser uma frequência de número maior que o 2,4 Ghz, o sinal chega mais longe. A verdade é justamente o contrário: ele tem menor capacidade de atravessar paredes ou percorrer longas distâncias. Para entender melhor a diferença entre as bandas de 2,4 GHz e 5 GHz, leia este artigo.


4. Lata de alumínio melhora o sinal
O tech hack da lata de alumínio funciona sim, e inclusive já foi ensinado no TechTudo. No entanto, é preciso garantir que a lata fique corretamente posicionada em relação à antena do roteador, caso contrário pode ocasionar dispersão do sinal e piorar a conexão.


5. Posição do roteador interfere no sinal do Wi-Fi
Verdade. O ideal é que ele fique no cômodo mais central da casa, em posição elevada e o mais livre de obstáculos possível. Isso irá permitir que o sinal chegue em todos os pontos da residência e com boa potência.


6. Trocar antena do roteador melhora o sinal
Verdade. A troca de antena do roteador por uma mais potente vai impulsionar o sinal e possibilitar que o Wi-Fi cubra distâncias maiores. Você pode conferir mais informações sobre quando e como realizar o procedimento nesta matéria.


7. Mais pessoas acessando uma mesma rede Wi-Fi deixa a conexão lenta
A afirmação é correta. Quando você compra um roteador, ele possui uma velocidade fixa, que pode ser de 150 Mbps, 300 Mbps, 1.750 Mbps, etc. Isso significa que quanto mais dispositivos estiverem demandando pacotes de dados, mais tempo levará para executar as ações. É preciso salientar que o fenômeno causa lentidão no uso de internet, mas não reduz a potência do sinal de Wi-Fi.


8. É preciso trocar o roteador periodicamente para melhorar o sinal
Mito. O que pode acontecer é que roteadores antigos possuem capacidades que já não condizem com a Internet atual. Nestes casos específicos é importante trocar de aparelho, mas o roteador não perde a potência de emissão de sinal com o passar do tempo.


Fonte: TechTudo

Metade das brasileiras inicia a vida sexual na adolescência, diz estudo

Metade (53%) das mulheres inicia a vida sexual entre 16 e os 18 anos no Brasil. A pesquisa, realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou ainda que para 62% das entrevistadas, o tema "virgindade" não é mais um tabu. Segundo o estudo, porém, 60% delas ainda têm vergonha de falar sobre sexo e contracepção e o principal motivo apontado para isso é por ser um assunto "muito íntimo" (44%). Mesmo assim, três em cada dez jovens afirmaram já ter tido uma conversa positiva sobre sexualidade com os pais ou responsáveis.


Cuidados
Entre os métodos contraceptivos mais utilizados pelas mulheres, estão praticamente empatadas a camisinha (35%) e a pílula anticoncepcional (34%). Já 13% das entrevistadas declararam optar pelos contraceptivos de longa duração, como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante. Os números indicam ainda que 77% das mulheres têm o hábito de ir ao ginecologista.


Gravidez
De acordo com a pesquisa, 81% das mulheres conhecem alguém que engravidou antes dos 16 anos. Para 45% das entrevistadas, o principal motivo para a gravidez não planejada é "irresponsabilidade". Outras 26% dizem que a principal causa é o esquecimento ou uso incorreto do método contraceptivo escolhido.


Afonso Nazário, professor do Departamento de Ginecologia da EPM-Unifesp, explica que, para não engravidar, é preciso, claro, combinar camisinha e pílula ou DIU. "Há um pouco de confusão entre as adolescentes. Elas enfatizam a camisinha, mas se não querem engravidar devem usar outro método contraceptivo em conjunto. Isso precisa precisa ser reforçado sempre entre os jovens. Há tantas adolescentes engravidando de forma não planejada no Brasil", explicou o ginecologista.


O professor da EPM-Unifesp destacou ainda que boa parte das adolescentes desconhece os riscos que uma gravidez na juventude pode causar ao organismo da mulher: 76% afirmaram não saber quais são as consequências negativas. Segundo Nazário, os riscos que uma gestação pode acarretar são parto prematuro, subnutrição do bebê, pré-eclâmpsia, entre outros.


Ainda segundo o estudo, o mais importante para as mulheres em um relacionamento é "pensar na família e fazer planos futuros" (22%), o amor (22%), o companheirismo (15%) e o sexo (14%). Para 51% das jovens, o sexo representa um prazer pessoal e, enquanto 32% disseram estar abertas ao sexo sem compromisso, 26% "jamais fariam".


O estudo - Feito em parceria com a Bayer, o estudo entrevistou 2 mil mulheres acima dos 14 anos em quatro capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. O levantamento foi divulgado na semana do Dia Mundial da Prevenção da Gravidez Não Planejada, que será celebrado no sábado, 26.


Fonte: Veja (Com Estadão Conteúdo)

Sensação de segurança no Brasil é equivalente à do Afeganistão

A população brasileira se sente tão insegura quanto à do Afeganistão. É o que aponta pesquisa feita pelo Instituto Gallup. Segundo o relatório Global Law and Order 2015, os dois países receberam a mesma avaliação, com 52 pontos em uma escala de sensação de segurança que vai de zero a 100, e figuram entre os 15 piores colocados no ranking mundial. O país com a avaliação mais baixa é a Libéria.


Para medir a sensação de segurança das pessoas nos locais onde vive, a pesquisa perguntou se o cidadão se sente seguro quando anda à noite, se confiava na polícia local e se ele ou familiares teve dinheiro ou bens roubados no último ano. Os dados foram compilados após mais de 142 mil pesquisas realizadas em 2014 com adultos de 141 países diferentes.


Os resultados apontam que será mais difícil promover "sociedades pacíficas e inclusivas" nos países da América Latina e do Caribe, responsáveis pelo índice mais baixo pelo sexto ano consecutivo. A média na última pesquisa foi de 55 pontos. Quanto menor a pontuação, maior a proporção da população que relata sentir-se seguro.


Na Europa, o índice é de 77, enquanto nos Estados Unidos e no Canadá é de 78. O Sudeste Asiático é a região melhor avaliada, com 79 pontos. Para o Gallup, a má avaliação da América Latina está relacionada às altas taxas de homicídio - já que todos os países da região ficaram acima da média mundial nesse índice.


Na análise país por país, o Brasil ocupa a 13ª posição entre os mais inseguros. A avaliação, no entanto, está empatada com Peru (12º), Uganda (11º) e Afeganistão (10º), todos com 52 pontos. Já Cingapura, na Ásia, é considerado o mais seguro pela população local, com avaliação de 89 pontos.


A nota brasileira caiu quatro pontos entre 2013 e 2014. Na última pesquisa, apenas 36% dos brasileiros disseram se sentir seguros, enquanto em Cingapura o mesmo índice é de 91%.


Piores avaliações


1º Libéria - 40
2º Venezuela - 42
3º Congo - 43
4º África do Sul - 46
5º Paraguai - 46
6º Sudão do Sul - 50
7º Gabão - 50
8º Botswana - 50
9º Bolívia - 51
10º Afeganistão - 52
11º Uganda - 52
12º Peru - 52
13º Brasil - 52
14º Argentina - 53
15º Malawi - 53


Melhores avaliações


1º Cingapura - 89
2º Usbequistão - 88
3º Hong Kong - 87
4º Indonésia - 87
5º Suíça - 86
6º Noruega - 85
7º Canadá - 85
8º Tajiquistão - 84
9º Geórgia - 84
10º Dinamarca - 84
11º Áustria - 83
12º Mianmar - 83
13º Finlândia - 83
14º Alemanha - 83
15º Holanda - 82


Fonte: Estadão

MPF reconhece que não há atuação de Lula no mensalão e pede arquivamento de inquérito

A Procuradoria da República no Distrito Federal pediu o arquivamento de um inquérito instaurado para investigar um suposto repasse de US$ 7 milhões da Portugal Telecom para o PT.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci eram suspeitos de terem participado diretamente da negociação do repasse.


Essa era a última investigação em curso sobre eventual envolvimento de Lula em crimes correlatos ao mensalão.


A apuração foi aberta em 2013, a partir de um depoimento do publicitário Marcos Valério, preso desde novembro daquele ano por ter sido o operador do esquema.


Interessado em obter benefício de redução de pena, Valério afirmou ao Ministério Público Federal, na reta final do julgamento do mensalão, que a transferência em questão foi acertada em uma reunião no Palácio do Planalto, na presença de Lula e Palocci.


Valério apontou as contas no exterior que teriam sido indicadas ao empresário Miguel Horta, diretor da Portugal Telecom, para realizar as transações com o PT.


No depoimento, Valério disse que Lula tinha conhecimento do mensalão e que o suposto empréstimo da Brasil Telecom serviria para quitar dívidas de campanhas do PT de 2002 e 2004. De acordo com o publicitário, à época, a companhia portuguesa pretendia adquirir o controle da brasileira Telemig Celular.


A Polícia Federal comprovou que o publicitário viajou a Portugal, onde se reuniu com Horta. Do mesmo modo, constatou que Lula esteve com Horta, na presença de Palocci e do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), mas não foi possível saber o teor do que foi tratado.


A polícia não conseguiu rastrear, porém, os supostos desembolsos da Portugal Telecom, "seja porque algumas das contas não foram localizadas, seja porque não foram identificadas movimentações financeiras capazes de indicar pagamentos aos ora investigados", afirma a Procuradoria no despacho de arquivamento, que data do último dia 3.


Segundo a Folha apurou, de quatro contas investigadas, uma não existia e duas não puderam ser rastreadas, porque a China e a Bélgica não firmaram acordo de cooperação com o Brasil.


Apenas uma conta pôde ser localizada e rastreada pela PF: levou a uma empresa corretora de grãos, com sede em São Paulo e filial na Suíça. Não foram encontrados, no entanto, vínculos entre o dinheiro que por ali passou e a empresa portuguesa e o PT.


Entre pessoas ligadas à investigação, afirma-se que não havia instrumentos para "fechar o caminho do dinheiro", e que Valério não forneceu informações suficientes.


A investigação ouviu cerca de 20 pessoas em mais de dois anos, entre elas Lula, que depôs em Brasília em dezembro de 2014, e Horta, ouvido no início deste ano. Ambos negaram os repasses. Também prestaram depoimento Palocci, Dirceu e o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do mensalão.


Ao final do despacho de arquivamento, a Procuradoria conclui: "As investigações não conseguiram comprovar o desembolso de valores da empresa em favor do Partido dos Trabalhadores".


Agora, o arquivamento aguarda análise da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, especializada em casos de lavagem de dinheiro.


O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse que não comentaria o caso porque não o acompanhou.


"Nós não acompanhamos [a investigação] porque, naquele momento, o Ministério Público não revelou interesse de viabilizar para Marcos Valério uma delação premiada. Nem naquele momento eles tinham a expertise que têm hoje [com a Operação Lava Jato]", afirmou.


Fonte: Folha.com

7 dicas para não cair em golpes do Whatsapp

O WhatsApp tem sido usado por criminosos para aplicar golpes. Os mais recentes são cupons de descontos falsos, mas promessas de uma versão "azul" ou "transparente" do aplicativo também são maneiras de roubar dados financeiros e pessoais dos usuários. Essas mensagens se espalham rapidamente pelos grupos e infectam sem muito esforço muitos smartphones ao mesmo tempo. Para usar o WhatsApp e se manter seguro, confira estas sete dicas simples e não seja enganado.

1) Não abrir links desconhecidos no celular, tablet ou web
O WhatsApp é um mensageiro muito popular. Ele está disponível para celulares e tablets com sistema Android, iPhone, Windows Phone, BlackBerry, Nokia, além da versão Web para PC. Por todas elas os usuários podem visualizar os recados recebidos e enviados, inclusive, por desconhecidos. Por isso, é importante ficar atento.


Muitos vírus são disseminados pelo aplicativo e seus amigos podem estar compartilhando links, principalmente os reduzidos, sem saber que são maliciosos. Então, antes de acessar, pergunte para o contato ou no grupo do WhatsApp do que se trata o link e confira a fonte.


2) Evitar baixar vídeo, imagem e áudio com conteúdo duvidoso
Muitos malwares podem ser baixados no celular ou computador por meio de um vídeo, foto ou até arquivo de áudio enviado de forma mal intencionada no WhatsApp. Eles ocultam um vírus ou software executável e costumam utilizar temas polêmicos para chamar a atenção ou que estejam em destaque na mídia nos últimos dias, para se disseminar rapidamente.


São temas recorrentes: vídeos adultos, sobre política, atos violentos ou até com alguma “exclusividade”. Isso pode ser um golpe: após o programa malicioso ser instalado no dispositivo, o cibercriminoso poderá ter acesso ao que for digitado ou acessado por você.


3) Não instalar apk externa: prefira a oficial do WhatsApp
Em busca de ter o app sempre atualizado, usuários baixam o aplicativo em apk, e não no site oficial do WhatsApp ou nas lojas de aplicativos. E esse é um grande risco, pois podem acabar baixando uma apk falsa. Confira se a atualização está no site oficial do WhatsApp, em caso de atualização, e escolha sempre baixar o aplicativo da loja do seu sistema: Google Play Store (Android), App Store (iPhone) e WP Store (Windows Phone).


Vale lembrar que no caso do computador, não há softwares oficiais para instalar: a única versão disponível para PC é o WhatsApp Web, acessada pelos principais navegadores.


4) Não baixar versões falsas: WhatsApp Plus ou “azul”
Muitos sites prometem uma versão diferente do WhatsApp como o WhatsApp Plus ou “azul”. Mas esses apps podem ser prejudiciais para o funcionamento do seu aparelho e ainda instalar vírus para roubar seus dados.


Com isso, cibercriminosos fazem compras indevidas com cartões de crédito e usam informações pessoais ilegalmente. Então, baixe apenas na opção oficial do WhatsApp, lembrando que com o uso do app “Plus” sua conta no mensageiro poderá ser suspensa.


5) Não enviar dados pessoais ou bancários em mensagens
Uma dica básica é não enviar seus dados pessoais ou bancários para o contato pelo mensageiro. E esse alerta vale tanto para a versão web quanto para o aplicativo. Dessa forma, você não corre o risco de a informação ser interceptada por terceiros que queriam hackear sua conta.


Além disso, alguns links enviados em mensagens no WhatsApp pedem um cadastro para a compra de algum produto: na dúvida, se não tiver certeza da finalidade, não faça. Prefira sistemas de pagamentos seguros, como PagSeguro, PayPal ou comprar diretamente no site da loja.


6) Altere as configurações de privacidade
O WhatsApp oferece diversas configurações de privacidade para manter os usuários mais seguros. É possível limitar quem vê sua foto de perfil, status e última visualização. No app, está disponível um botão bloquear um recado e acusar de spam, logo na tela de mensagem, caso um contato desconhecido envie algo suspeito.


Assim, você evita receber links de spam, que podem conter vírus embutidos ou acabar caindo em algum golpe, preenchendo cadastros falsos. Um recurso interessante é poder remover o alerta de “visto por último” do WhatsApp: ninguém vai saber quando você estiver online no mensageiro. As funções podem ser encontradas no menu de “Configurações” do app, no item “Conta” e depois na categoria de “Privacidade”.


7) Desconfiar sempre de cupons de promoções
Alguma loja famosa enviou um cupom de desconto pelo WhatsApp? Desconfie, principalmente para valores altos e se você não tiver se cadastrado em nenhuma promoção. A maioria das empresas fazem contato por e-mail, telefone ou no próprio site. Caso prefira confirmar, antes de clicar ou abrir qualquer link que possa ser prejudicial, entre em contato com a central de atendimento ao consumidor da loja para tirar a dúvida.


Nos últimos meses, diversos golpes rondaram o mensageiro nessa categoria: cupons do Starbucks, com descontos “imperdíveis” na Zara e H&M, além do uso indevido de nomes de varejistas nacionais para roubar dados. Isso pode causar bastante dor de cabeça, com cobranças indevidas na conta de celular, nos cartões de crédito e débito ou até problemas com dados pessoais.


Fonte: TechTudo

Música brasileira está 'cafona' e virou esculhambação, diz líder do Skank

"O Samuel é muito caxias, ele é muito estudioso, quer fazer 40 ensaios, quase me mata." É assim que Samuel Rosa, 49, conta ser descrito por Lô Borges, 63, em entrevistas recentes para divulgar a parceria entre os dois músicos mineiros que resultou em shows e gravação de DVD.


E é essa fama de certinho que o líder do Skank anda querendo apagar. "Tô buscando menos compromisso, menos rigidez, levar menos a sério as coisas", diz ele ao repórter Joelmir Tavares após a passagem de som da primeira apresentação da turnê "Velocia" em Belo Horizonte, há alguns dias. "Quero ser o mau aluno. Vamos ver se consigo."


O cantor fala em se "permitir experimentar". Além da parceria com Lô, neste ano ele e os colegas de banda Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti assinaram a trilha sonora de um espetáculo do Grupo Corpo.


E o vocalista começa a pensar em compor para teatro e cinema. "Quero ir mais nessa direção, de ser um pouco mais irresponsável. Brincar com as possibilidades."


O Skank, que dali a poucas horas cantaria para 5.000 pessoas na casa de shows com lotação máxima, "já mostrou a que veio" após 24 anos de estrada, diz. Ainda sem sofrer impactos da crise na economia, segundo o músico, o grupo faz de seis a oito shows mensais "por opção". A "condição privilegiada" deixa o caminho livre para projetos individuais.


Com olhos arregalados, Samuel chama de "cafona" a música que domina as rádios comerciais, com a supremacia de ritmos como sertanejo, pagode e funk. "Sou um pouco filhote da geração dos anos 1980, que fazia uma música que chegava a todo mundo, mas não necessariamente descambava, avacalhava o negócio. Existia uma certa pretensão artística autoral que hoje se perdeu completamente."


A Legião Urbana era um exemplo, diz ele. "Caramba, o tomador de conta de carro cantava, a molecadinha, o cara do elevador, o gari. E não era necessariamente popularesco, assim, 'eu, você, dois filhos e um cachorro'", afirma, citando refrão de música do sertanejo Luan Santana.


À moda mineira, reconhece ser "um pouco perigoso" fazer as críticas "porque fica parecendo pretensão". "Mas acho que chega uma hora que você tem que colocar os pingos nos is sim, você tem que ser um pouco politicamente incorreto. Tá muito ruim mesmo. Será que só eu que tô percebendo a esculhambação?"


A música "Esquecimento", do disco "Velocia", entrou há algumas semanas no ranking das mais tocadas no Rio e em SP. Nos anos 1990, a banda ultrapassava a marca do milhão de discos vendidos. "Não era só a gente. Os Titãs tavam vendendo muito, os Paralamas, Lulu Santos, Cidade Negra... Era uma maravilha."


A indústria musical mudou, o meio digital cresceu. E veio o "recuo do pop rock", nas palavras do cantor, que levanta hipóteses para as causas, sem encontrar respostas.


"Ah, beleza, pop rock é a coisa mais popular do Brasil, vende milhões... Achavam que ia ficar aquilo mesmo, o tempo todo? Onde é que quem faz, grava, produz errou? Acho que todo mundo ficou muito sossegado."


Sossego. Foi o que Samuel buscou quando decidiu não mais declarar voto publicamente. Ele, que já apoiou Lula e Aécio Neves, ficou quieto na eleição de 2014. Os parceiros Henrique e Haroldo fizeram campanha para o conterrâneo candidato a presidente.


"É complicado porque parece que, quando você chancela um candidato, você está ali fazendo reuniões com ele, tomando decisões", diz o vocalista. "Um dia eu apoiei o Lula. Quando estourou o mensalão, também fiquei muito decepcionado. Mas eu não tinha como saber."


Revela "certo receio de ser apedrejado" ao analisar o país: "Tenho idade suficiente para ver que o Brasil mudou muito de 20 anos para cá. Não que eu esteja satisfeito, mas tivemos ganhos. Algumas coisas melhoraram muito. E não só para nós que somos de uma classe privilegiada, mas também para quem nunca teve a oportunidade de ir à escola, de ter saúde".


E segue: "Eu não acredito que a corrupção tenha começado de 15 anos para cá. A nossa corrupção é genética", diz, enfático. "Agora, nunca se falou tanto, condenou tanta gente, tanta gente na cadeia, como tá acontecendo agora. Não quero ficar entrando nesse coro de que tá tudo uma merda, porque tem também gente que vislumbrava possibilidade de ser muito mais rico do que é e que entra de gaiato aí nessa história."


Diz ser contra a saída de Dilma Rousseff. "Não seria positivo. Eu manteria a Dilma até acabar o mandato dela. É uma instituição democrática. E não pesa contra ela nada, de que roubou. Não acho que seja um desastre. Ela pode estar no time, mas talvez não fosse a faixa de capitão para ela, entendeu?"


Usa mais uma vez o futebol ao comentar sua declaração no Rock in Rio de 2013, quando disse que "maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?". Para ele, houve "uma leitura míope" da frase. "Entenderam aquilo como se fosse uma coisa partidária. 'Ah, então você tá puto com o PT, você é PSDB...' Para, eu sou Cruzeiro! Eu sou Cruzeiro [risos]! É o seguinte: se eu falo mal do Flamengo, não significa que eu sou Vasco."


"Talvez os pais dos amigos do meu filho possam implicar", reflete, ao defender a descriminalização da maconha. "Drogas muito mais nocivas são liberadas. Tenho isenção para falar, porque não uso. Claro que já experimentei. Tenho amigos que usam, enfim. Mas tenho amigos que bebem muito também, e eu bebo [gargalha]. Mas não muito."


Já à noite, pouco antes do início do show, Samuel ignora as bebidas disponíveis no camarim, perto de uma cesta com pães de queijo. Como o show é na cidade onde eles moram, parentes e amigos dos músicos circulam pelos bastidores –a turnê chega a São Paulo no próximo domingo (4), no Tom Brasil.


O vocalista fica sentado, com um violão. Toca e canta "Wonderwall", do Oasis. Sua filha Ana, 13 –ele também é pai de Juliano, 16– está num sofá em frente. Ela e os outros adolescentes do grupo parecem mais interessados em bater papo e mexer no celular. "A galera aqui nem tá ligando, tá de costas, olha a indiferença", diverte-se. "É bom pra sentir o tamanho da nossa irrelevância [risos]. Nem parece que tem um pessoal ali fora esperando a gente..."


A multidão que aguarda a banda ainda ouve as músicas selecionadas por um DJ. Uma delas: "Domingo de Manhã", da dupla sertaneja Marcos & Belutti, a canção mais tocada nas rádios brasileiras no ano passado.


Fonte: Coluna Mônica Bergamo/Folha.com

Todo refugiado que queira trabalhar é bem vindo no Brasil, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado em Nova York que, apesar dos problemas, o Brasil é "um país de refugiados" e está disposto a receber pessoas que fogem de conflitos armados pelo mundo.


"Somos um país continental e todos os refugiados que quiserem vir trabalhar, viver em paz, ajudar a construir o país, criar seus filhos, viver com dignidade, nós estamos de braços abertos", afirmou a presidente após se reunir com os chefes de Estado do G4, bloco formado por Brasil, Índia, Alemanha e Japão.


Dilma afirmou que seu pai era um refugiado da 2ª Guerra Mundial e que o Brasil sempre teve uma "relação de abertura". Petar Roussev deixou a Bulgária em 1929 rumo à França. Após passar pela Argentina, ele chegou ao Brasil com o nome Pedro Rousseff.


"Temos nossas dificuldades, mas isso não significa que no nosso país não caibam sempre mais pessoas."


Ela disse que o Brasil possui hoje uma população síria "muito expressiva, que mora, trabalha e cria seus filhos, tem seus parentes e amigos" no país.


Segundo dados do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), órgão ligado ao Ministério da Justiça, 2.077 sírios receberam o status de refugiado entre 2011 e agosto deste ano.


O número é superior ao dos Estados Unidos (1.243) e de países no sul da Europa que estão na rota de refugiados e migrantes que buscam as nações mais desenvolvidas do continente.


Segundo assessores, a situação dos refugiados deverá ser um dos principais temas do discurso que Dilma fará na Assembleia Geral da ONU, na segunda-feira. Ela defenderá que os países recebam os deslocados por guerras com solidariedade e sem xenofobia.


'Reforma'
Dilma disse ainda que a reunião com os demais líderes do G4 reforçou o pleito do grupo por uma reforma do Conselho de Segurança (CS) da ONU.


O grupo foi criado em 2004 para pressionar pela reforma. Todos os seus membros desejam ter um assento permanente no conselho, posição só usufruída hoje por Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã-Bretanha.


As mudanças enfrentam resistências entre os membros permanentes, que relutam em dividir seu poder, e entre países que estão fora do conselho e temem a ascensão de rivais regionais.


A presidente afirmou que a celebração neste ano do 70º aniversário da ONU abre espaço para uma "revisão" do funcionamento do Conselho de Segurança.


Em discurso na abertura de sua reunião no G4, ela disse que desde a criação do grupo, há dez anos, a "realidade internacional passou por profundas mudanças".


Em 1945, disse a presidente, 51 países integravam a Assembleia Geral da ONU, e o Conselho de Segurança tinha 11 membros. Hoje, há 193 Estados na Assembleia e 15 integrantes no Conselho.


"Portanto (houve) uma queda bastante significativa no percentual de representação do conselho vis-à-vis (em relação) à Assembleia Geral."


Um comunicado conjunto aprovado após a reunião diz que os líderes "notaram com preocupação que não tem havido progresso substantivo desde a cúpula mundial de 2005, na qual todos os chefes de Estado e Governo apoiaram por unanimidade uma reforma urgente do Conselho de Segurança como elemento essencial do esforço mais amplo para reformar as Nações Unidas".


Segundo o grupo, "um Conselho de Segurança mais representativo, legítimo e eficaz é mais necessário do que nunca para lidar com os conflitos e crises globais, que têm proliferado nos últimos anos".


Fonte: BBC Brasil