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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Resultado da Quina 4128, segunda, 11/07/2016.

Resultado da Quina 4128, segunda, 11/07/2016

O resultado da Quina 4128 será divulgado no GIGA-SENA dia 11/07/2016, segunda-feira, a partir das 20:00 horas.

A Quina 4128 ocorrerá no dia 11 de julho de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 7.200.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 4128. Quem acertar a QUADRA com 4 números, o TERNO com 3 números ou o DUQUE com 2 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 4128 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina.
Os valores de cada prêmio da Quina 4128 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 4128 DATA 11/07/2016
01
10
11
24
60
 
QUINAQUADRATERNODUQUE
prêmio
3.745.548,602.548,7565,412,01
ganhadores
x 2x 248x 14.530x 259.799
Próximo Sorteio: 12/07/2016Prêmio Estimado: R$ 550.000,00
[AVISO] A QUINA AGORA PAGA 2 ACERTOS!

Resultado da Lotofácil 1386, segunda, 11/07/2016

Resultado da Lotofácil 1386, segunda, 11/07/2016

O resultado da Lotofácil 1386 será divulgado no GIGA-SENA dia 11/07/2016, segunda-feira, a partir das 20:00 horas.

A Lotofácil 1386 ocorrerá no dia 11 de julho de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.700.000,00 para quem acertar o resultado da Lotofácil 1386. Quem acertar 14, 13, 12 ou 11 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 15 números no resultado da Lotofácil concurso 1386 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Lotofácil.
Os valores de cada prêmio da Lotofácil 1386 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1386 DATA 11/07/2016
01
02
03
04
07
09
13
16
17
18
19
21
22
24
25
 
15 acertos14 acertos13 acertos12 acertos11 acertos
prêmio
456.959,021.850,0320,008,004,00
ganhadores
x 4x 304x 12.853x 168.118x 912.891
Próximo Sorteio: 13/07/2016Prêmio Estimado: R$ 1.700.000,00

Como podemos controlar a fome?

Como podemos controlar a fome?

A fome é a maneira de nosso corpo nos levar a buscar comida para sobreviver. É um instinto animal poderoso que pode motivar condutas extremas.

É resultado da leitura que o cérebro faz de mudanças nos níveis de hormônios e nutrientes no sangue.

Nossa reação a esse sentimento pode nos levar a ingerir alimentos pouco recomendáveis ou em excesso.

Mas, ao entender nossa fome, é possível controlá-la melhor?

Por que não me sinto satisfeito?
O sistema digestivo humano está em permanente comunicação com o cérebro.

O sistema digestivo humano envolve uma interação complexa entre órgãos.

A maneira como nos sentimos é influenciada pelo que comemos.

Se não nos sentimos cheios, nossos cérebros continuarão desejando que busquemos alimentos.

Diferentes tipos de comida afetam o cérebro de várias maneiras. As gorduras, por exemplo, enganam o cérebro indicando a ingestão de menos calorias, o que nos leva a comer mais.

Isso ocorre porque tais alimentos, como manteiga ou frituras, estão densamente carregados de energia.

As fibras, por outro lado, provocam a liberação de hormônios intestinais que promovem sensação de saciedade.

Uma dieta com poucas fibras, com pouco ou nenhum alimento integral ou frutas e vegetais, pode fazer com que fiquemos sempre com fome.

Alimentos com baixo índice glicêmico (IG), como nozes, vegetais e grãos, liberam energia mais lentamente do que aqueles com IG alto, como pão branco e açúcar.

Por isso, ingerir alimentos de baixo IG controla o apetite, ao aumentar os níveis de hormônios intestinais que nos fazem sentir saciedade.

É culpa do meu organismo?
Será que algumas pessoas possuem predisposição a ter mais fome?

Os hormônios, moléculas que regulam processos biológicos e atuam como sinais químicos entre os órgãos, podem ter efeito poderoso nas dietas.

Dois hormônios, o hormônio peptídico intestinal (PYY) e o peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1), enviam mensagens desde o intestino ao cérebro para avisar quando estamos satisfeitos.

Seus níveis aumentam após as refeições, mas existem pessoas com baixas quantidades desses hormônios. Nesse caso, é preciso ter mais cautela ao comer, pois há menor chance de sentir saciedade após a ingestão de uma porção normal de comida.

Outros hormônios influenciam a fome. A leptina e a grelina, por exemplo, marcam a diferença entre fome e satisfação.

A leptina é liberada por células que formam o tecido adiposo do corpo, que todos temos, e controlam o apetite. A grelina faz o estômago roncar, para nos lembrar que é preciso comer.

Obesos costumam desenvolver resistência aos efeitos da leptina, pois o organismo dessas pessoas acaba se acostumando a altos níveis desse hormônio, o que diminui seu efeito.

Quando uma pessoa com sobrepeso faz dieta, a redução de leptina que acompanha qualquer queda de reservas de gordura pode provocar a sensação de estar "morrendo de fome".

Comida como consolo?
A comida fornece prazer imediato, ainda que logo venha o arrependimento. Mas a memória do prazer é mais intensa.

Outro hormônio que afeta o apetite é a serotonina, que faz nos sentirmos felizes após comer. Alimentos doces produzem rápido aumento de energia, o que pode melhor temporariamente o ânimo.

A comida é como uma droga: as mesmas áreas do cérebro que se ativam na alimentação funcionam com o vício em drogas.

Alimentos podem estar estritamente vinculados a situações sociais, como jantar com amigos, daí pode ser difícil comer menos pelos possíveis impactos na vida social.

O chamado apetite emocional pode ser uma resposta ao estresse. O hormônio cortisona causa desejo por comida altamente energética. Os hormônios do estresse fomentam também a formação de células adiposas, que dão mais espaço ao corpo para armazenar gordura.

Há pessoas que comem demais quando estão estressadas ou deprimidas, enquanto outros o fazem quando se sentem felizes.

Mas há grandes diferenças individuais, e até as estações do ano influenciam: a maior parte das pessoas come mais no inverno.

Bons e maus hábitos
A fome é causada por vários fatores, resultado de interações entre o cérebro e o sistema digestivo.

Mas há como controlá-la.

O contexto em que se come é importante e cria hábitos. Comer em horários regulares pode ajudar a reduzir os sentimentos irresistíveis de fome.

Dietas rápidas não nos fazem sentir menos famintos, mas trocar costumes, sim. Pequenas e duradouras mudanças na dieta e exercícios, por exemplo. Fazer listas de compras e manter a disciplina, sem ir ao mercado em momentos de estresse.

Porções reduzidas em pratos menores também podem a ajudar a comer menos sem sentir fome logo.

No entanto, largar maus hábitos pode ser difícil psicologicamente.

Há comidas ou bebidas que ajudam a reduzir a fome?

Há várias coisas que teriam a capacidade de ajudar a reduzir o apetite. Eis alguns exemplos.

Chá verde
Em 2011, um estudo mostrou que o extrato de chá verde reduzia o aumento de peso em ratos obesos. O extrato diminuiu a capacidade de absorção de gordura dos ratos, mas não o apetite dos roedores.

Medicamentos
Em geral, são prescritas apenas a pessoas com problemas de obesidade. Existem remédios para ajudar a reduzir o apetite ou impulsionar a perda de peso. Mas pode haver efeitos colaterais desagradáveis.

Amêndoas
Amêndoas contêm muitas fibras, bem como vitaminas e minerais. Um lanche formado por uma porção de amêndoas pode conter a fome por cerca de 30 minutos.

Fonte: BBC Brasil

O que sabemos sobre a existência de Jesus Cristo?

O que sabemos sobre a existência de Jesus Cristo?

Calma, calma... se você é um cristão devoto, não fique chateado com o conteúdo da matéria antes de explicarmos melhor sobre o que se trata! Afinal, a nossa intenção não é questionar a fé de ninguém, mas sim abordar o que sabemos de concreto sobre a pessoa, o ser humano, de carne e osso, que causou tamanho impacto e influenciou tanto a sociedade moderna.

Afinal, não existem dúvidas de que Jesus certamente é um dos homens mais famosos do planeta, certo? Por outro lado, apesar de sabermos tanto a respeito de sua história — sabemos onde ele nasceu, por onde pregou, onde foi preso, julgado, morto e sepultado —, até agora existem arqueólogos, historiadores, especialistas, fiéis e não fiéis em busca de provas palpáveis de que ele realmente caminhou entre nós.

Por que a dúvida?
De acordo com Natalie Wolchover, do portal Live Science, a maioria dos historiadores — cristãos e não cristãos — parecem concordar que Jesus existiu de verdade. Mas, em vez de tirar suas conclusões a partir de descobertas arqueológicas ou baseados no sem fim de relíquias religiosas que existem mundo afora, os estudiosos se baseiam em evidências textuais presentes na Bíblia e em outros registros antigos.

Isso porque, embora tenhamos tantas informações sobre a vida terrena de Jesus, ninguém conseguiu identificar a casa onde ele viveu, por exemplo, nem encontrar artefatos que faziam parte de sua rotina. E com respeito a itens como os supostos fragmentos da cruz e pregos associados com a crucificação que existem mundo afora, se juntássemos todos eles, seríamos capazes de construir um barco inteiro!

Sem falar que não existem restos mortais de Cristo para que os cientistas possam conduzir milhares de análises e testes — o que é evidente, pois Jesus foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia e subiu ao céu, onde está sentado à direita de Deus-Pai Todo Poderoso, não é mesmo?

Falta de provas materiais
A questão é que as evidências materiais relacionadas com a vida e a morte de Cristo não se sustentam quando são submetidas ao crivo dos cientistas. Pense no caso dos pregos. Em 1911, um jesuíta inglês chamado Herbert Thurston contou todos os itens que supostamente teriam sido usados na crucificação. Sabe quantos ele descobriu?

Apesar de ser estimado que os romanos tenham empregado entre três e quatro pregos para pregar Jesus na cruz, Thurston encontrou um total de 30 que estava sendo adorado como relíquia em igrejas da Europa. O mesmo se aplica aos fragmentos da madeira que compunha a cruz — da qual existem mais pedaços por aí do que os pregos.

Também existem supostos espinhos da coroa que Cristo teria usado na crucificação aos montes, e inclusive é possível ver uma coroa quase completa em exposição na Catedral de Notre Dame, em Paris — embora ela não tenha um espinho sequer. E ainda temos o Santo Sudário — que até hoje, séculos após sua descoberta, ainda não teve a sua origem e autenticidade comprovadas pela Ciência, e a própria Igreja não reconhece sua legitimidade oficialmente.

Sudário de Turin
Esse importante artefato é tido pelos fiéis como o lenço de linho que envolveu o corpo de Cristo após seu sepultamento. Entretanto, exames de datação revelaram que o tecido foi produzido no século 14 e, coincidentemente, o primeiro registro de sua existência foi redigido por um bispo francês chamado Pierre d’Arcis em 1390 — ou seja, no mesmo século. Nem os testes de DNA que foram conduzidos no ano passado ofereceram respostas conclusivas.

Mais evidências icônicas
Infelizmente, o que não faltam por aí são relíquias religiosas cuja procedência não pode ser comprovada e que simplesmente provam ser falsas. Um exemplo disso é o caso da celebrada coleção de 70 códices de metal descobertos em uma caverna na Jordânia e que chegaram a ser consideradas como provas da existência de Jesus.

Em um primeiro momento, os cientistas pensaram que essas relíquias teriam sido produzidas apenas algumas décadas após a morte de Cristo. Contudo, análises posteriores revelaram que, na verdade, o texto presente nos códices era uma salada de dialetos e que o conteúdo não fazia o menor sentido — e testes demonstraram que os artefatos foram produzidos nos últimos 50 anos e, portanto, haviam sido forjados.

E já que estamos no assunto de códices e textos antigos, até os famosos Manuscritos do Mar Morto, descobertos na década de 40, quando examinados detalhadamente, não provam a existência de Cristo. Em uma passagem o texto se refere a um “professor da virtude” e, apesar de muitas pessoas acreditarem que o tal professor seria Jesus, a verdade é que, esse sujeito podia ser qualquer pessoa. Ou não?

Jesus, o homem
Na verdade, apesar de existirem historiadores que acreditam que Cristo nunca existiu e não passa de uma “fabricação”, para a maioria dos estudiosos, as evidências de que ele foi uma pessoa real são mais contundentes. De momento, as provas sobre sua existência — como ser humano, de carne e osso — são obtidas da própria Bíblia.

Os especialistas no tema (cristãos e não cristãos) acreditam que os evangelhos de Mateus, João, Marcos e Lucas foram efetivamente redigidos por discípulos do Nazareno décadas após a sua morte. Além disso, eles pensam que os evangelhos que não chegaram a ser canonizados também foram escritos por pessoas que viveram próximo à sua época.

É evidente que existem muitas discrepâncias e contradições entre os relatos, mas muitas informações são comuns nos diferentes evangelhos — e a análise desses dados (ao longo de séculos e séculos de estudos) permitiram que os estudiosos traçassem um perfil de quem foi Jesus, o homem.

Resumo de uma vida
Segundo os historiadores, Cristo nasceu pouco antes do ano 4, cresceu em Nazaré, um pequeno vilarejo localizado na Galileia, e pertencia a uma classe de camponeses. Seu pai era carpinteiro, e Jesus seguiu a mesma profissão. Mas os estudiosos acreditam que isso indica que a família possuía terras para a agricultura, mas, por algum motivo, perdeu tudo.

Além disso, o Nazareno foi criado como judeu e foi um devoto seguidor de sua fé até a sua morte. Por certo, suas ações indicam que ele nunca pensou que estava traindo a sua crença — e que ele nunca teve a intenção criar uma nova religião. Quando chegou à idade adulta, Jesus partiu de Nazaré e se encontrou com João Batista, o profeta que o batizou.

Os historiadores acreditam que Cristo pode ter tido algum tipo de experiência divina na ocasião, já que, pouco tempo depois, ele começou a pregar em público a ideia de que o mundo poderia ser transformado no “Reino de Deus”. Com o tempo, Jesus se tornou um destacado professor e profeta, e começou a demonstrar talento para a cura — habilidade sobre a qual existe um enorme número de relatos.

Por fim, Jesus foi executado pelos romanos e seus seguidores revelaram tê-lo visto após a sua morte. E foi só depois de Cristo morrer, seus discípulos declaram que ele era seu “Senhor” e “Filho de Deus”.

Fonte: Mega Curioso (Via Life Science)

14 sintomas típicos de quem tem algum transtorno de ansiedade

14 sintomas típicos de quem tem algum transtorno de ansiedade

Transtornos de ansiedade estão cada vez mais comuns, em parte graças a nossos hábitos e às pressões as quais nos vemos submetidos de tempos em tempos por motivos de estudo, trabalho, dinheiro, relacionamentos amorosos, familiares e por aí vai. A questão é que temos ouvido falar tanto sobre o assunto que é comum nos perguntarmos se, de repente, não temos algum desses transtornos. A seguir, confira alguns indicativos de que a ansiedade pode ter alcançado você também:

1 – Você se preocupa demais
Tudo, absolutamente tudo, deixa você preocupado: coisas pequenas, coisas grandes, coisas de todo dia e, por mais que você quebre sua cabeça tentando resolver o que acredita ser um problema, não consegue. A verdade é que quanto mais você pensa e se preocupa com alguma coisa, mais as coisas parecem preocupantes e mais você se preocupa. É uma bola de neve.

2 – Você tem dificuldades para pegar no sono
Problemas de ansiedade e dificuldade para dormir estão diretamente ligados, o que, de novo, pode ter a ver com a preocupação excessiva. Todo mundo já perdeu o sono em algum momento devido ao ritmo de pensamento acelerado, certo? Bem... Pessoas com algum tipo de transtorno de ansiedade têm essa dificuldade diariamente ou, pelo menos com uma frequência alta.

3 – Você vive tenso
Em termos de sintomas físicos, pode-se dizer que a tensão muscular está entre os mais comuns dos transtornos de ansiedade, afinal o stress nos deixa com os músculos contraídos.

4 – Você não sossega
Se você está sempre em alerta, não consegue parar quieto nem ficar calmo por muito tempo, pode saber que tem sinal de alerta aí. Pessoas com síndromes de ansiedade têm dificuldades de ficar com a mente calma, e o resultado é inquietação.

5 – Problemas digestivos
Seu sistema digestório está diretamente ligado com seu estado emocional, e, por isso, se você tem problemas intestinais, se tem azia e dores de estômago com frequência, se sente enjoo ou a sensação de frio na barriga sempre que está nervoso, já sabe a causa.

6 – Medo excessivo ou irracional
Aqui estão as pessoas que têm algum tipo de TOC e acreditam que precisam seguir padrões de checagem ou de comportamento para que coisas ruins não aconteçam. Se esse é o seu caso, se você checa várias vezes se as portas estão trancadas ou se sente a necessidade de seguir rituais de limpeza, por exemplo, procure ajuda médica.

7 – Perfeccionismo
Um dos sintomas mais comuns do TOC é o perfeccionismo, já que pessoas com algum tipo de transtorno de ansiedade tendem a realizar rituais e exigem que seus atos sejam perfeitos, sempre. Para essas pessoas, a perfeição é uma das poucas formas de se livrar da ansiedade em excesso.

8 – Pensamento acelerado
Pensamentos obsessivos são frequentes em pessoas com transtornos de ansiedade. Elas geralmente ficam martelando a mesma coisa repetidas vezes, afinal o cérebro da pessoa ansiosa é hipervigilante e está ligado a tudo, sem parar. Isso pode ocorrer por meio de pensamentos sobre o que a pessoa poderia ou não ter dito ou sobre as coisas que podem dar errado em sua vida, por exemplo.

9 – Coração acelerado
Um dos sintomas claros tanto da ansiedade quanto da crise de pânico é o aumento dos batimentos cardíacos, a respiração ofegante e uma sensação de aperto no peito, além de palpitações. Esses sintomas podem começar de leve, mas geralmente conduzem a ataques de pânico. Se acontecer com você, procure ajuda médica.

10 – Flashbacks
Alguns transtornos de ansiedade são causados por traumas e, por isso, essas pessoas acabam tendo lembranças vívidas de momentos traumáticos com frequência, o que também pode indicar a síndrome do stress pós-traumático.

11 – Não gostar de estar em evidência
Pessoas com transtornos de ansiedade geralmente não curtem intenso convívio social e se sentem desconfortáveis se precisam falar em público ou fazer alguma apresentação – esse tipo de situação causa grande stress a essas pessoas, que se sentem julgadas e criticadas.

12 – Fadiga
A síndrome da fadiga crônica é uma sensação constante de falta de energia, causando exaustão frequente e a dificuldade para realizar até mesmo as tarefas mais simples.

13 – Crises de pânico
Um dos sintomas mais extremos dos transtornos de ansiedade é, certamente, a crise de pânico, que acontece quando a sensação de medo e desconforto é intensa demais e a pessoa simplesmente não consegue lidar com isso. Entre os sintomas das crises de pânico estão suor excessivo, palpitações cardíacas, aperto no peito, náusea, tontura e aceleramento cardíaco.

14 – Comportamento compulsivo
Parecido com o que ocorre em alguns tipos de TOC, é comum que pessoas que têm transtornos de ansiedade apresentem comportamentos compulsivos, que se manifestam justamente para acabar com a ansiedade. Isso pode ser desde a necessidade de lavar as mãos inúmeras vezes até o desenvolvimento de algum vício.

Se você acha que alguns desses sintomas descreveram a sua vida, procure orientação psiquiátrica e psicológica. Transtornos de ansiedade são muito mais comuns do que se imagina e, felizmente, há tratamento medicamentoso e terapêutico para eles. Não sofra sozinho, não ache que você é uma pessoa estranha ou fora do padrão – talvez só esteja na hora de procurar ajuda mesmo, e não há nada de errado nisso.

Fonte: Mega Curioso (Via The Active Times)

Novo vírus pode atacar 90% dos celulares Android

Novo vírus pode atacar 90% dos celulares Android

A empresa de segurança digital Trend Micro informou que um novo vírus, batizado de Godless, pode infectar 90% dos celulares com o sistema Android (da versão Lollipop 5.1 para baixo), de acordo com estimativa realizada por técnicos e especialistas em cibersegurança. A companhia afirma que “foram encontrados vários aplicativos maliciosos na Google Play (loja de aplicativos do Android), desde apps de lanterna e Wi-fi até cópias de jogos populares”.

Pelo menos 850.000 smartphones já foram afetados pelo Godless no mundo. Segundo um ranking elaborado pelo Trend Micro, o Brasil não aparece na lista dos países mais afetados. A Índia lidera com quase metade dos aparelhos infectados entre todas as ocorrências.

Riscos
Quando um aplicativo que hospeda o vírus é baixado, há a possibilidade de ele instalar automaticamente outros softwares maliciosos e até dar a chance de hackers invadirem o dispositivo e roubar dados pessoais, como senhas e contas bancárias.

Como prevenir
A principal recomendação dada pela empresa para evitar o ataque do vírus é checar a reputação dos desenvolvedores de um determinado aplicativo antes de baixá-lo e, de preferência, fazer o download de uma ferramenta bem avaliada, que já tenha um certo reconhecimento popular. Apps desconhecidos, com poucas informações, tendem a ser mais vulneráveis a vírus e softwares maliciosos.

Fonte: Veja.com

WhatsApp agora permite respostas a cada mensagem de uma conversa...

WhatsApp agora permite respostas a cada mensagem de uma conversa

O WhatsApp liberou um recurso que permite ao usuário responder a mensagens específicas nas conversas no aplicativo. A novidade foi pensada com o objetivo de organizar melhor a troca de mensagens em grupos, cujo grande volume de interações pode dificultar o diálogo ou a retomada de um assunto.

A nova ferramenta – parecida com o modelo já utilizado em fóruns na internet ou na própria timeline do Twitter – tem exatamente o papel de recuperar conversas passadas e permitir que o usuário interaja diretamente com um determinado trecho delas. O maior rival do WhatsApp, o Telegram, já tinha essa opção.

Funcionamento
Para usar o recurso, basta entrar em uma conversa no aplicativo e selecionar a mensagem desejada, pressionando-a com o dedo. A partir disso, aparecerão as antigas opções (“favorito”, “lixeira” e “copiar”) e, ao lado delas, o novo ícone de respostas a mensagens específicas (no sistema Android, o recurso é representado por uma seta; no IOS, da Apple, a função aparece como “Reply” ou “Responder).

Fonte: Veja.com

Mande a depressão para bem longe com essas sete atitudes

Mande a depressão para bem longe com essas sete atitudes

A depressão está longe de ser uma simples tristeza - é uma doença séria que precisa ser tratada. "Ela ocorre por causa de uma tendência hereditária e algumas substâncias cerebrais em desarranjo, principalmente a serotonina e a noradrenalina", afirma a neurologista Thais Rodrigues, de São Paulo, especialista do Minha Vida. Sentir uma tristeza muito profunda, que não passa, é motivo suficiente para procurar um profissional de saúde mental, que poderá receitar medicação e terapia. Além do tratamento, quem sofre desse mal também pode tomar atitudes que melhoram o quadro da doença. Confira a seguir.

Pratique exercícios físicos 
A saúde da mente começa pelo corpo. "O exercício físico libera endorfinas e aumenta os níveis de serotonina e dopamina, potencializando o efeito antidepressivo do tratamento", explica a neurologista Thais. Além disso, o organismo só funciona adequadamente se estiver com o equilíbrio de fatores físicos, psíquicos e sociais. "Quando algum desses fatores é prejudicado ou beneficiado, os demais sofrem as consequências", diz a psicóloga e terapeuta comportamental Denise Diniz, coordenadora do Setor de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp. Dessa forma, se o paciente com depressão consegue ânimo para se exercitar, também conseguirá melhorar questões psíquicas, tais como a depressão.

Mantenha a agenda em dia
Uma das principais manifestações da depressão é a falta de iniciativa e de vontade para realizar até mesmo tarefas cotidianas, como levantar-se da cama. "Fazer uma agenda e programar o dia ajuda a dar motivação e compensar essa defasagem", afirma Adriana de Araujo, psicóloga e autora do livro "O Segredo Para Vencer a Depressão" (Editora Universo).

No entanto, todo cuidado é pouco na hora de estabelecer as atividades do dia. Adriana conta que fica difícil para o paciente com depressão seguir a mesma rotina de antes da doença. A agenda deve ser realista, de acordo com a capacidade dessa pessoa. "Se os desafios estabelecidos não são cumpridos, a sensação de fracasso aumenta, piorando o quadro da doença", alerta.

Alimente-se bem
Comer demais ou simplesmente não comer é clássico de quem sofre de depressão. Mas manter a alimentação saudável é um passo importante para a recuperação. Thais Rodrigues explica que jejuns prolongados demais ou exageros alimentares modificam a química do corpo, em especial entre aqueles que abusam de carboidratos simples, como doces, em busca de conforto. "Isso provoca variações bruscas nos níveis de glicemia, insulina e serotonina", diz a neurologista. O indicado pela especialista é comer a cada três ou quatro horas, preferindo carboidratos integrais e alimentos com triptofano, um aminoácido que ajuda na produção de serotonina. Exemplos desses alimentos são: leite, carnes magras, banana e nozes.

Fuja do álcool
Embora a sensação inicial causada pelo álcool seja de relaxamento e euforia, o sentimento dura pouco. "Depois que esse efeito passar, a pessoa precisará consumir mais álcool, existindo o perigo do abuso e até do vício", alerta a neurologista Thais.

Volte a ver beleza nas pequenas coisas
"Quando você resgata uma coisa menor, torna mais fácil aproveitar coisas maiores", aconselha a psicóloga Adriana de Araújo. Volte a observar as coisas simples do dia a dia, ou seja, tente admirar uma flor, o gosto de uma comida, apreciar uma caminhada de 10 minutos, olhar o pôr-do-sol, entre outras distrações. ?A depressão tira a atenção das coisas belas e prazerosas da vida, então você tem que reaprender a focar no que não consegue ver por causa da doença?, afirma a profissional.

Ocupe-se com atividades divertidas
A partir do momento que as pequenas belezas da vida estiverem mais evidentes, fica mais fácil recomeçar a encarar atividades que um dia já foram divertidas. Se isso não parece animador, então procure novas diversões. Busque novidades, aprenda coisas novas e prazerosas, viaje, fuja das notícias ruins e das pessoas negativas. "Evitar a exposição, na medida do possível, a informações negativas e aumentar as positivas ajuda muito", aconselha a neurologista Thais Rodrigues.

Reconquiste uma boa noite de sono
Pessoas com depressão, geralmente, dormem demais ou não conseguem pegar no sono. Segundo a neurologista Thais Rodrigues, isso ocorre devido a alterações nos níveis de serotonina e noradrenalina, hormônios que regulam o sono. "O problema é que o sono é essencial para o cérebro regular novamente esses hormônios e amenizar os efeitos da depressão", afirma. Se o problema for falta de sono, a psicóloga Denise indica exercícios de respiração, que relaxam e facilitam o adormecer. Se dormir demais for o problema, a psicóloga Adriana recomenda pedir a alguém próximo que o desperte quando achar que você está passando da conta.

Fonte: Minha Vida

Coisas que os pais fazem melhor do que as mães...

Coisas que os pais fazem melhor do que as mães

Manter uma família não é uma competição, mas sim um trabalho em equipe, ainda assim, a noção de que “mães têm um papel mais importante do que pais na vida dos filhos” continua forte.

Não seria hora de atualizar esse panorama?

A seguir, você verá seis pontos em que pais, à sua maneira, conseguem ajudar tanto quanto as mães, ou até mais:

6. Brincadeiras físicas
Fugindo do excesso de zelo que muitas mães têm, pais em geral estão mais dispostos a tocar seus filhos com mais firmeza, seja em esportes ou em brigas de travesseiro e brincadeiras similares. Esse tipo de contato ajuda a criança a entender que nem todo toque tem um sentido agressivo ou sexual.

5. Preocupação sob controle
“Eu tinha um amigo que dizia a seus filhos ‘não me chamem, a menos que alguém esteja sangrando’”, conta Cohen. Apesar do exagero, essa brincadeira resume o estilo de muitos pais, que tendem a “esperar” mais do que as mães para ajudar os filhos. Se for equilibrada, essa atitude ajuda na construção da autoconfiança do filho, que precisa se esforçar para lidar com seus problemas (mesmo podendo contar com a ajuda de seus pais).

4. Lado a lado
De modo geral, pais costumam estar literalmente ao lado de seus filhos, seja vendo um filme, ensinando algo ou ajudando em alguma tarefa manual, enquanto mães tendem a atuar cara a cara (ouvindo, aconselhando, observando). “(Atividades) lado a lado ajudam a construir capacidade e confiança, e isso ocorre realmente porque há alguém com você, fazendo coisas com você”. Esse efeito se complementa com o do contato cara a cara, que ajuda a construir intimidade emocional.

3. Diversão em criar
De acordo com um estudo publicado esse ano no periódico Psychological Science, pais, de modo geral, apreciam mais do que mães a criação dos filhos – possivelmente porque elas se desgastam mais devido à preocupação com os filhos e, dependendo da estrutura da família, com as tarefas domésticas.

2. Reconhecimento
“Saber que uma criança se sente amada por seu pai é uma maneira melhor de prever como será seu senso de bem-estar, felicidade e satisfação com a vida, em comparação com o sentimento de ser amado por sua mãe”, explica o pesquisador Ronald Rohner, que publicou em 2012 um estudo sobre o impacto da aceitação paterna. Isso ocorre, possivelmente, por causa da ideia de que o pai tende a ser mais exigente a respeito do reconhecimento que dá aos filhos, enquanto a mãe, a princípio, dá um reconhecimento mais “incondicional”.

1. Amor de pai
A força dos vínculos que uma mãe pode ter com seus filhos, por maior que seja, não deveria ser usada para menosprezar o amor de um pai. Segundo um estudo publicado em 2010 no periódico Biological Psychiatry, o nascimento de um filho eleva o nível de oxitocina (conhecida como “hormônio do amor”) dos pais durante as primeiras semanas. Além disso, são cada vez mais comuns as famílias que se organizam de modo que o pai possa ser quase tão presente na vida dos filhos quanto a mãe.

Fonte: Mundo DSE

Exame de sangue pode prever risco de infarto, revela estudo...

Exame de sangue pode prever risco de infarto, revela estudo

Um exame de sangue pode prever o risco de uma pessoa sofrer um infarto nos cinco anos seguintes ao teste. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico EbioMedicine, pacientes com níveis mais altos de anticorpos – moléculas produzidas pelo sistema imunológico – do tipo imunoglobulina G (IgG) são menos propensos a problemas cardiovasculares, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

No novo trabalho, pesquisadores do Imperial College London e da Universidade College London, ambas na Inglaterra, acompanharam 1.753 pessoas, em tratamento para pressão alta – fator de risco para problemas cardiovasculares -, ao longo de cinco anos. Destes, 470 sofreram algum evento cardiovascular – infarto ou AVC – durante o período de acompanhamento.

Os resultados mostraram que os voluntários com maiores níveis do anticorpo IgG corriam 58% menos risco de ter doença coronariana ou um infarto e uma probabilidade 38% menor de sofrer um AVC ou outro problema cardiovascular, independente de outros fatores de risco como pressão alta e nível de colesterol.

“Vincular um sistema imunológico mais forte e robusto com uma maior proteção contra ataques cardíacos é uma descoberta muito excitante. Nós esperamos poder usar a nova descoberta para estudar os fatores que levam algumas pessoas a ter um sistema imunológico que ajuda a protegê-las contra o problema, enquanto outras não. Esperamos também explorar formas de fortalecer o sistema imunológico para ajudar a proteger contra doenças cardíacas.”, disse Ramzi Khamis, pesquisador do Imperial College London e coautor do estudo.

A principal causa de doença cardiovascular é a aterosclerose – acúmulo de depósitos de gordura nas paredes das artérias – que pode restringir o fluxo sanguíneo do coração. De acordo com os pesquisadores, embora o nível de imunoglobulina não seja considerado um fator relevante para o risco de doença cardiovascular, há evidências de que certos tipos, como a G, poderiam reduzir o risco de aterosclerose, enquanto outros, poderiam aumentar esse risco.

Atualmente, o risco de um paciente sofrer de problemas cardiovasculares é calculado a partir de seu histórico médico, idade, sexo, pressão e colesterol. De acordo com os autores, a descoberta tem o potencial de ajudar os médicos a calcular de forma mais precisa o risco de uma pessoa sofrer um ataque cardíaco a partir de um exame simples e barato. Além disso, pacientes que fazem tratamento com estatinas ou betabloqueadores talvez não precisem mais destes medicamentos se seu sistema imunológico for forte o suficiente para protegê-los.

Agora, os pesquisadores irão realizar um estudo com outros perfis de pacientes e descobrir formas de fortalecer o sistema imunológico e aumentar a produção de anticorpos do tipo IgG. Estes são os anticorpos responsáveis por proteger de infecções virais e bacterianas, por isso, além de serem encontrados em todos os fluidos corporais, ele são o anticorpo mais abundante em nosso organismo.

Fonte: Veja.com

Ciência comprova: é melhor estar só do que mal acompanhado...

Ciência comprova: é melhor estar só do que mal acompanhado

Boa notícia para os solteiros: a ciência comprovou que o velho ditado “antes só do que mal acompanhado” é verdadeiro. Um estudo publicado recentemente no periódico científico Family Psychology mostrou que, para a saúde, é melhor estar sozinho do que em um relacionamento infeliz. Por outro lado, relacionamentos de alta qualidade estão associados a uma melhor saúde física e mental.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Buffalo, em Nova York, analisaram, ao longo de dois anos, jovens adultos que estavam em relacionamentos sérios. De acordo com os autores, a maioria das pesquisas sobre relacionamento e saúde foca o casamento, mas outros tipos de relacionamento podem impactar, para melhor ou para pior, a saúde, principalmente em jovens adultos que tendem a se casar mais tarde.

Os participantes do estudo responderam a questões relacionadas aos seguintes fatores sobre seus relacionamentos: satisfação, hostilidade de cada parceiro, críticas, apoio, bondade, carinho, compromisso e comportamento fora do relacionamento. De acordo com os autores, ao longo do estudo, um terço dos participantes passou por grandes mudanças em suas relações.

Os resultados mostraram que quanto mais as pessoas estiverem em relacionamentos longos e de alta qualidade, ou quanto mais rápido saírem de relações de baixa qualidade, melhor será sua saúde. Segundo Ashley Barr, principal autora do estudo, padrões de instabilidade nos relacionamentos estão relacionados a sintomas de depressão, problemas com álcool e a prejuízos para a saúde em geral.

“Não é estar em um relacionamento o que importa; benéfico é estar em uma relação de longo prazo e alta qualidade. Relacionamentos de baixa qualidade são prejudiciais à saúde. Os resultados sugerem que, para a saúde, é melhor ficar solteiro do que estar em um relacionamento ruim”, afirma Ashley Barr, principal autora do estudo.

Estudos anteriores já haviam associado insatisfação no relacionamento com problemas de saúde. Uma pesquisa publicada no periódico científico Psychosomatic Medicinemostrou que pessoas que têm poucas interações positivas com o seu cônjuge ou parceiro corriam um risco 8,5% maior de ter um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral (AVC) do que aquelas que tinham interações predominantemente positivas. Outro estudo, publicado no periódico especializado Health Psychology, sugeriu que mulheres em casamentos felizes têm quatro vezes mais chances de sobrevivência a longo prazo depois de uma cirurgia de ponte de safena. Entretanto, os cientistas ainda não sabem explicar por que esses relacionamentos têm impacto na saúde das pessoas.

Fonte: Veja.com

Lâmpadas incandescentes não poderão ser vendidas no Brasil a partir do dia 30

Lâmpadas incandescentes não poderão ser vendidas no Brasil a partir do dia 30

A partir da próxima quinta-feira (30), as lâmpadas incandescentes não poderão mais ser vendidas no Brasil. As alternativas para os consumidores são as lâmpadas fluorescentes ou as de LED que, apesar de mais caras, consomem menos energia e duram mais.

Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75%, se comparada a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. E se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%. A durabilidade da LED é 25 vezes superior às lâmpadas incandescentes e até quatro vezes maior que as lâmpadas fluorescentes.

Para o diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux ), Isac Roizenblatt, vale a pena investir em lâmpadas mais modernas, porque o retorno financeiro é grande. “O que custa pesado para os consumidores não é o preço da lâmpada de fato, é o preço da energia ao longo do tempo. Então, esse investimento retorna rapidamente”, avalia.

Enquanto uma lâmpada incandescente de 60 watts custava em média R$ 2,90, uma equivalente de LED custa em torno de R$ 8,90. Segundo a Abilux, o preço da lâmpada de LED vem caindo cerca de 30% por ano no Brasil.

Roizenblatt também aponta que as lâmpadas incandescentes emitem 95% de calor e apenas 5% de luz, o que prejudica o meio ambiente. “É uma lâmpada que tem baixíssima eficiência e vida curta”, explica. Segundo ele, a melhor opção é usar as lâmpadas LED, que são mais eficientes e não contêm metais pesados, como as fluorescentes, que têm mercúrio em sua composição. O uso de lâmpadas LED já é adotado amplamente em outros países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela e na União Europeia.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W, e o processo de substituição acaba no dia 30 junho deste ano, com a proibição das lâmpadas com potência inferior a 40W. A partir dos prazos finais estabelecidos, fabricantes, atacadistas e varejistas serão fiscalizados. Os estabelecimentos, importadores e fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender à legislação poderá ser multado.

Segundo a Abilux, se todas as lâmpadas do país fossem substituídas por LED, haveria uma redução de cerca de 10% no consumo de energia elétrica. “Não só o cidadão ganha quando usa uma lâmpada mais moderna, mas o país ganha porque transfere investimentos em geração e distribuição de energia. A diferença de eficiência é tão grande que reflete em todo o país porque não existe lugar onde não se usa uma lâmpada, em ambientes externos e internos. Então, vale a pena”, diz Roizenblatt. Segundo dados da ONU, a substituição das lâmpadas incandescentes no mercado é capaz de economizar anualmente cerca de 5% de toda a energia elétrica utilizada no mundo.

Nas lojas de Brasília, já é difícil encontrar lâmpadas incandescentes para vender, embora ainda haja procura dos consumidores. “Algumas pessoas ainda procuram, se tivéssemos ainda em estoque, com certeza venderíamos”, diz o gerente de vendas de uma loja da capital, Sebastião Pereira Costa.

Segundo ele, as pessoas procuram porque gostam da cor da luz incandescente e não se acostumam com a luz emitida pelas lâmpadas LED. “A qualidade da luz incandescente ainda é a melhor, apesar de ter um maior consumo de energia, esquentar muito e durar pouco”, diz. De acordo com o gerente, existem hoje no mercado opções de lâmpadas LED com luminosidade amarelada, parecida com as incandescentes.

Fonte: Agência Brasil

Para viver melhor, afaste-se de pessoas com estes 5 tipos de personalidade

Para viver melhor, afaste-se de pessoas com estes 5 tipos de personalidade

Seres humanos são complexos e desenvolvem seus traços de personalidade em decorrência de vários fatores diferentes: experiências de infância; relações familiares; autoestima; relação com literatura, música e outros tipos de arte; limites ou excessos em decorrência de questões sociais; aprendizado; saúde; características genéticas e por aí vai.

Muitas vezes, criamos um jeito não muito saudável de ver a vida e, em alguns casos, isso tem a ver com o tipo de personalidade das pessoas com as quais nos relacionamos, afinal aqueles que fazem parte do nosso convívio social têm relação direta com nosso estado de espírito. O fato é que existem alguns traços de personalidade que podem nos fazer mal, e se você acha que está na hora de fazer uma “limpa” na lista de pessoas que fazem parte da sua vida, comece se afastando das que se encaixam nos perfis a seguir:

1 – Aquela que faz com que você se sinta culpado
Você não tem a obrigação de estar sempre presente, e se algum dos seus amigos ou familiares tem o costume de cobrar a sua presença com frequência ou de fazer com que você sinta culpa por não ter comparecido a algum evento, pare e pense: seres humanos são livres; se não deu para ir àquela festa da galera, tudo bem, ninguém tem o direito de jogar pedras em você. Se há alguém do seu convívio que faz com que você sempre sinta culpa pelas escolhas que faz ou pelo que diz, reveja esse relacionamento.

2 – O birrento
Na infância, é comum testarmos os limites de nossos pais fazendo manha, esperneando e gritando quando ouvimos um “não” como resposta. O problema é que muita gente continua agindo dessa forma mesmo quando já não é mais criança. Não chegam a se jogar no chão em meio ao supermercado, óbvio, mas costumam agir de maneira agressiva, fazendo chantagens emocionais por não conseguirem expressar sentimentos de maneira clara, madura e saudável. Deixe esse tipo de gente para lá.

3 – O manipulador
Infelizmente, é fácil ser manipulado sem perceber, e é justamente por isso que você tem que aprender a reconhecer o perfil do manipulador. Geralmente, essa pessoa é cheia de charme, inteligência, persuasão e capaz de usar qualquer truque para conseguir o que deseja – por isso temos tanta aversão a ela. Se você perceber que uma pessoa parece exercer o poder de fazer com que você siga as ordens dela, fique esperto.

4 – O invejoso
A inveja é um problema sério, e se em algum momento da sua vida você já quis causar inveja em alguém, independente do motivo, pense bem se é isso mesmo que você quer. Ainda que esse sentimento, assim como o ciúme, seja normal da natureza humana, a inveja em excesso pode fazer com que uma pessoa queira tanto aquilo que você tem que passe a pensar em meios de conseguir isso, mesmo que precise apelar para ações desonestas e manipuladoras. Pessoas invejosas podem ser também as que fazem você se sentir sempre culpado e inseguro.

5 – O narcisista
Pessoas de personalidade narcisista não são apenas aquelas que são vaidosas em excesso – em termos psicológicos, o narcisismo vai bem além disso. São pessoas que acham que são importantes demais, privilegiadas e não costumam pensar muito nas outras pessoas, focando-se sempre em suas próprias necessidades.

O problema aqui é que essas pessoas focam tanto em deixar suas necessidades em primeiro lugar que acabam sendo péssimas companhias, já que praticamente não se importam com mais ninguém, o que é uma porta aberta a qualquer relacionamento tóxico, seja ele amoroso ou não. Quando alguém diz “nem tudo é sobre você” com muita frequência, comece a prestar atenção na forma como essa pessoa enxerga a si mesma e aos outros em termos de importância.

Fonte: Mega Curioso

15 minutos de exercícios por dia já diminui o risco de morte

15 minutos de exercícios por dia já diminui o risco de morte

Para pessoas com mais de 60 anos, 15 minutos de caminhada em velocidade rápida são suficientes para reduzir em 22% o risco de morte. A conclusão é de um estudo francês apresentado nesta terça-feira durante o encontro da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizado em Sophia Antipolis, na França.

Que praticar atividade física regularmente faz bem para a saúde, todos sabem, mas colocar em prática a recomendação de realizar 30 minutos de exercícios por dia não é tão simples. Pensando nisso, pesquisadores franceses acompanharam dois grupos para verificar se uma quantidade de exercícios menor que a recomendada também era benéfica. O primeiro era composto por 1.011 pessoas com 65 anos, que foram acompanhadas durante 12 anos. No segundo, 122.417 indivíduos com cerca de 60 anos, acompanhados por aproximadamente 10 anos.

Os resultados mostraram que quanto mais atividade física, menor o risco de morte: pessoas que realizam mais atividade do que a quantidade recomendada reduziam seu nível de morte em 35%, já aqueles que realizavam a quantidade recomendada sofriam uma redução de 28% no risco, em comparação aos sedentários. Mesmo as pessoas que realizavam metade da quantidade recomendada de exercícios físicos– o equivalente a 15 minutos de caminhada moderada a vigorosa por dia – já reduziam seu risco de morte em 22%.

Fonte: Veja.com