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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

6 hábitos que podem prevenir a perda de memória

Atividades físicas aliadas a uma boa alimentação são medidas fundamentais


Ao falarmos em perda de memória, logo nos vem à cabeça o Alzheimer, doença generativa do cérebro, que acomete cerca de um milhão de pessoas no Brasil, especialmente, entre os 60 a 90 anos.


Mas, conforme destaca Ivan Okamoto, neurologista do Núcleo de Memória do Hospital Albert Einstein, é importante entender a diferença entre a doença e a “perda de memória” própria da idade, que é decorrente do envelhecimento. “Na verdade, não devemos chamar de uma ‘perda’ de memória, mas sim de uma ‘mudança’ de memória, que passa a ser processada mais lentamente, a partir dos 60 a 65 anos”, diz. Neste segundo caso, não há sentido falar de métodos preventivos, já este que é um processo natural.


Em relação à doença de Alzheimer, Ivan Okamoto destaca que ainda não existe nada totalmente comprovado, mas alguns estudos sugerem que alguns hábitos (citados abaixo) parecem estar relacionados à sua prevenção:


1. Atividades físicas


Entre os vários benefícios que as atividades físicas oferecem está também o fato de manter o nosso cérebro saudável.
“Muitos estudos indicaram que a prevenção da doença esteja relacionada à prática de atividades físicas aeróbicas, no mínimo, três vezes por semana”, explica o neurologista Okamoto.


2. Alimentação balanceada


Ainda de acordo com o médico, manter uma alimentação bem balanceada – com a presença equilibrada de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas etc. – parece importante para prevenir a doença de Alzheimer.
“Acredita-se que associar as atividades físicas a uma boa alimentação, com a presença de legumes e peixes – que contêm ômega 3 -, sem abusar de carboidratos e outros alimentos, é importante para a prevenção da doença”, destaca Ivan Okamoto.


3. Prevenção de fatores de riscos vasculares


O neurologista acrescenta que, pessoas que “se protegem” contra diabetes, hipertensão, obesidade e colesterol – considerados fatores de riscos vasculares – também estão no caminho de tentar prevenir a doença de Alzheimer.
Para isso, além de uma alimentação balanceada associada a atividades físicas, é muito importante fazer visitas regulares a médicos e realizar todos os exames pedidos pelos profissionais.


4. Manter a atividade intelectual ativa


Você já deve ter ouvido falar que fazer palavras cruzadas e jogar xadrez são medidas importantes, que podem ajudar a prevenir a perda de memória. O neurologista Ivan Okamoto explica que este não é mito, mas que esta dentro de uma ideia mais ampla: de manter a atividade intelectual ativa, balanceada com o lazer.
“Palavras cruzadas, xadrez, jogos de videogame podem até ajudar. Mas sugiro ainda ir ao cinema, ler, assistir a espetáculos no teatro. Tudo isso está dentro da ideia de manter a atividade intelectual”, explica o médico.


5. Tratar corretamente um caso de depressão


De acordo com o neurologista Okamoto, uma depressão não curada pode estar associada a queixas de falta de concentração e, posteriormente, de memória.
Portanto, em casos de depressão, o problema deve ser tratado com acompanhamento médico e a pessoa nunca deverá ignorar essa questão e muito menos se automedicar.


6. Dormir bem


“É durante o sono que a gente consolida nossas memórias. Ou seja, ela é construída, organizada neste período”, explica o neurologista Okamoto. Por isso é muito importante ter boas noites de sono.


O que evitar?


Ivan Okamoto destaca que é fundamental evitar álcool, drogas e algumas medicações. Inclusive, o ato de se automedicar. Pois esses hábitos interferem na capacidade de concentração e podem estar relacionados à perda de memória.


Doença de Alzheimer: sintomas, diagnóstico e tratamento


Os primeiros sinais da doença de Alzheimer são a perda de memória e o comportamento alterado do indivíduo. Mas vale destacar que não é qualquer perda de memória que é preocupante, mas, sim, aquela que se repete e começa a comprometer o dia a dia da pessoa.
O diagnóstico se dá com a entrevista médica e a exclusão de outras doenças, por meio de exames de sangue e de imagem (tomografia ou ressonância magnética).
Quanto ao tratamento, existem, atualmente, medicações que estabilizam a doença ou diminuem a velocidade de perda funcional em cerca de cinco anos ou mais, podendo, assim, oferecer mais tempo com qualidade de vida ao paciente e aos familiares.
Agora você já sabe mais sobre a doença e, principalmente, que uma alimentação bem balanceada, associada à prevenção de fatores de riscos vasculares (hipertensão, diabetes, obesidade) e à prática de atividades físicas aeróbicas, no mínimo, três vezes por semana, é a melhor maneira de se tentar prevenir a doença.



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